quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Casto no Sábado

- Oi querido, cheguei! Tô em casa...- Ai, tô mortinha! Andei muuuuuuuito...- Não tenta se levantar querido! Com todas essas correntes não vai dar mesmo!- Apesar da mordaça, você ao menos poderia tentar me cumprimentar não acha?- Que tal uma bofetada para acordar?- Ããããã. Hummmm... Huuuuuuuum! Rrrrrrr...- Assim é melhor... Sabia que eu adoro bater na tua cara quando chego em casa! - Deixe-me ver melhor como está meu pobre escravinho... - Hummmm!- Máscara, venda, mordaça, coleira, algemas, plug anal, correntes, pregadores de roupa e prendedor e mamilo. Ótimo!- Hummmmm....- Quietinho meu bem... Fique em silêncio! Não adianta se debater, as correntes são fortes, você não vai conseguir se soltar. Só vai conseguir piorar tua situação com as algemas ficando mais apertadas.- Ah...- Olha só, que besteira que você fez... Esse daqui se soltou! Fica quieto, vou colocar de novo... No mesmo lugar!- Hummmmmmm!- A maioria dos pregadores de roupa continua pendurado no teu saco. Que gracinha! Desde de manhã! Nossa, olha só esse aqui... Dá agonia de olhar... Está roxo azulado. Que linda matiz... Ótimo! Deve estar latejando muito. Queimando...- Aqui está ardendo meu bem? - Arrrrrg!- Com certeza está... Que perversão! - Hummmmmmmm!- Adoro provocar essas coisas em você. - Hummmm!- Aqui dói!- Ahhhhhhhhh!- Pena que você esteja vendado. Você deveria ver o que eu te fiz hoje! - Hummm...- Olha que a noite mal começou... Adoro torcer tuas bolas quando estão assim desse jeito. Dá um tesão...- Aaaaah! Hummmmmmm! Arrrrg!- Os prendedores de mamilos também estão te matando não é?- Hummmm! Ahhhhh...- Espero que não tenham ficado frouxos! Deixe-me verificar? - Ah.... Hummm!- Deixe-me apertar um pouquinho só! - UUUUUUUUUUUaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!- Adoro tocar e acariciar tuas tetas inúteis...- Hummmm!- Onde dói mais? Aqui em baixo ou aqui em cima?- AAAAAAAAAAAAAA! Hummmmm....- Teus peitinhos são deliciosos amassadinhos! Mas o saco dói mais não é?- Hummmm!- Calma! Não precisa se contorcer, nem se debater tanto assim. Desse jeito, as algemas vão acabar cortando tua carne. Eu não quero te machucar mais do que o necessário. Querido, eu já te pedi para você permanecer imóvel... Você sabe que não pode se mexer. Tente relaxar. Lembre-se que a dor é tua amiga e companheira. - Hummmm!- Você tem se comportado direitinho ultimamente! Tenho que reconhecer e pretendo te recompensar...- Hummm...- Fique calado agora! Não mandei você gemer. Deixe-me verificar teu plug anal. - Hummm...- Está ótimo, continua bem enterrado na tua bunda. Igual como eu coloquei!- Hummm...- Acho que precisa de um pouco mais de lubrificação. Vou providenciar imediatamente. Não quero que meu escravo sofra desnecessariamente. Lembre-se meu bem, enquanto estivermos juntos teu cuzinho estará sempre recheado e bem lubrificado. - Hummm.- Quieto! O arreio peniano continua perfeito no lugar. As algemas estão muito apertadas, vou soltá-las um pouco. Só um pouquinho...- Hummm...- Os grilhões e as correntes estão ótimos! - Hummm...- Pelo jeito, você deve ter se divertido muito nesta tarde não? - Huuuummm, hummmm...- Deixe-me tirar essa mordaça agora. Não vou mais precisar dela por hora. Espero que eu não tenha feito você me esperar muito tempo, mas sabe como o salão enche no sábado, sabe como eu gosto de colocar o papo em dia...- Você sabe que eu adoro contar para minhas amigas como é bom ter um namorado submisso...- Bem, claro que depois eu fui às compras! O meu passeio no Shopping é sagrado. Você sabe... O que tem a dizer?- Eu me comportei direitinho enquanto a Senhora não estava Rainha! Juro... Fiquei quietinho. Sofrendo calado. Procurei não mover um músculo... Não parei de repetir meu Mantra e pensar em ti um só instante. Valeu a pena ficar aqui preso, te esperando e sofrendo. Por que a Senhora está ainda mais linda e maravilhosa...- Beije-me agora!- Adoro este piercing que você colocou na língua.- Coloquei por que a Senhora mandou. Faço tudo para te dar prazer minha Rainha!- Beije-me novamente enquanto em torço tuas bolas...- Hummmm. Como você gosta de sofrer... O tesão brota das tuas entranhas... - Ai... Isso dói demais! Não agüento isso...- Mas provoca uma ereção espetacular...- Beije-me novamente e sofra mais um pouco...- Querido, você é um grande galanteador e um exímio masoquista. Eu não confio na lábia de nenhum homem, por isso tenho que de te manter preso e amordaçado o tempo todo. Você sabe que não pode se masturbar não é?- Sei sim senhora! Por isso sou mantido cativo. Só a minha dona pode fazer essas coisas e gozar livremente. Eu não posso.- Exatamente! Muito bem... Deixe-me arrancar esses pregadores agora...- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, ai, ai, ai...- Sabe, nessa época do ano as liquidações me enlouquecem. - Ai, ai, aaaaaaaa! Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!- Os preços estão ótimos!- Ai, ai, ai, ui, ui.... Hummmmmmm!- Eu comprei tanta coisa legal... - Ahhhhh! Uhhh.... Asssssss. Ai, ai, ai, ai, ai, aaaaaaarrrrrr!- Sapatos... - Ahhhhh...- Botas... - Ahhhhh...- Meias 7/8...- Ahhhhh...- Lingerie!- Ai... Pára, pára... Por favor... Dói muito! Não agüento mais... Ahhhhhhhhhhh!- Fica quieto... Só faltam mais alguns! - Sim Senhora... Hummmmmmmmmmmmm! Ahhh.- Comprei uma linda bolsa de couro.- Ai! Hummmmm!- Claro, paguei tudo com o teu cartão de crédito! - Por favor, chega disso!- Não perca o fôlego querido só falta um... - Obrigado! Aááái! Oxalá!- Não precisa me agradecer! Faço isso por que gosto... Aliás, gosto muito. Adoro te corromper, fazer você sofrer e me aproveitar. Tua cara é impagável... Se dependesse de mim você ficaria preso para sempre. Se eu pudesse não deixaria você gozar nunca mais. Nem ter nenhum outro tipo de prazer ou alívio! Gostaria de te amassar e torcer até te sufocar...- Eu sei... Se pudesse me submeteria livremente.- Agora vou tomar um banho e depois eu te solto para você massagear meus pés e me ajudar a relaxar... Depois eu vou te mostrar a surpresinha que eu trouxe pra você. Acho que vai servir direitinho para os meus propósitos...- Agora abre a boquinha pra eu recolocar a tua mordaça.- Senhora, posso ir ao banheiro antes... Rapidinho... Faz muito tempo que eu estou aqui!- Ainda não escravo... Vai demorar muito para eu te soltar e te prender novamente. Então se segura mais um pouquinho só! Concentre-se, você agüenta! Se fizer sujeira vai passar a noite toda ai.- Não, Por fav... hummmmm* * *- Bem querido, depois deste banho delicioso tua dona já está pronta para ser adorada e paparicada. Agora vou te soltar, mas quero que você dê o melhor de si para mim. Quero o melhor banho de língua, a melhor massagem, as melhores carícias e o melhor sexo oral...Quero tudo! Mas antes vá se aliviar e não demore.- Agora venha até aqui e me mostre o que você sabe!- Muito bem, assim está ótimo. Eu adoro quando você começa pelos meus pés. Chupe cada dedo do meu pé! Quero que meus pés sejam adorados. Lambe minhas solas... Morde com força; Isso me ajuda muito a relaxar. Só pare quando eu mandar.- Acaricie minhas coxas...- Massageie meu corpo, minhas costas e permaneça calado.- Agora quero que chupe meus peitos sem parar.- O outro... - Chupe!- Muito bem... Não pare...- Agora quero que chupe meu cu e acaricie meus peitos. Enfie a língua lá dentro e não pare de mexer. - Chupe.- Engula meu cu!- Respire profundamente.- Demoradamente.- Se delicie...- Sem pressa. - Agora te quero de volta aos meus pés...- Lambe minhas costas...- Faz massagem!- Agora eu te quero de joelhos provando "da" minha boceta molhada.- Humm. Isso abraça minhas pernas... - Enrole-se em mim...- Quero que se prenda em mim voluntariamente. - Não existe prisão melhor que o desejo.- Quero muitos orgasmos essa noite. - Ótimo assim... Não pára! Devagar...- Ah, assim... Vai! Hummm....- Você está conseguindo. Hummm....- Você chupa muito mais quando fica amarrado. Hummm....- Põe as mãos nos meus seios... Hummm....- Assim, isso, vai... Hummm....- Mais... Hummm.... Hummm.... Hummm....- Isso... Hummm....- Não pára... Hummm....- Ahhh...- Tua dona nunca te esquece. Eu também pensei em ti e achei uma coisa que há tempos estava procurando! - Não acreditei quando vi! Fiquei muito empolgada. Comprei pra você imediatamente!- Querido. Pega uma caixinha preta que está ali dentro da sacola.- Onde?- Ali, na sacola de compras...- Não na outra sacola...- Isso, essa mesma. Traga-a até aqui e deixe na cama.- Agora eu quero que você coloque as algemas.- Assim não, com as mãos presas atrás das costas. Você sabe do jeito que eu gosto, não banque o espertinho...- Deixe-me apertar direitinho!- Ajoelhe-se na minha frente e me escute com muita atenção. Precisamos ter uma conversa importante. Mas antes quero recolocar tua coleira e a guia. Pronto! - Você sabe o que eu penso sobre infidelidade não é?- Responde?- Sim Senhora! Bem, a Senhora diz que todos os homens sentem e traem compulsivamente. Somos todos uns fracos e coisa e tal! Basta aparecer uma oportunidade, isto é um rabo de saia! E... E... E pronto! - E o quê mais?- A Senhora acredita que eu não sou exceção e posso te trair. Acha que talvez já tenha te traído, mas não é verdade. Nunca traí. Nem em pensamento...- E o que você pensa a respeito?- Acho tudo isso uma loucura! Eu jamais vou cometer um ato de traição. Não seria capaz. Nunca ousaria trair minha Rainha. Esperei toda minha vida por você, seria estupidez jogar tudo fora... Eu te amo demais. Não tem ninguém igual a ti!- Belas palavras. Mas eu não acredito em homem nenhum, muito menos em você! - Mas eu juro...- Palavras... Preciso de atitudes. Fatos concretos. Ações! Admito que você talvez não planeje me trair. Talvez não tenha me traído, sei que não intenção, mas sei que poderá acontecer. Já vi esse filme! Provavelmente a traição acontecerá se eu não fizer nada. Se a rotina nos engolir...- Mas estou falando a verdade. Faço qualquer coisa para provar que estou falando sério! - Qualquer coisa?- Sim. Sou um homem de palavra.- Isso não existe!- Tudo bem, mas vou manter minha palavra.- Fará qualquer coisa que eu quiser para provar que é fiel?- Claro, tenho sido totalmente honesto e fiel. Eu te amo demais. Farei tudo que puder.- Tem certeza que está disposto a por em prova teu amor?- Sim estou! Eu nunca vou te trair por que não quero isso. Por que te amo e te respeito.- Então hoje você terá sua chance de mostrar que realmente tem palavra, fala a verdade, não deseja trair e que isso jamais mudará... - Espero que sim. A Senhora não vai se desapontar. Verá que sou digno de ser teu escravo e teu homem...- Mas acredite meu escravo, conheço bem os homens e você me trairá se tiver oportunidade. Mas eu quero te dar uma chance de ser honesto consigo mesmo. Eu pretendo impedir que a tua fraqueza acabe por provocar decepção e sofrimento.- Não acontecerá. Eu prometo!- Pode até ser que você acredite e esteja sendo sincero, mas todos os homens são programados de fábrica para trair e mentir, inclusive os submissos. Principalmente os submissos que se entregam com tanta facilidade. Talvez seja possível transformar você em um novo homem sem ter que arrancar tuas bolas! Mas você precisa confiar em mim totalmente, só assim eu posso te dar uma chance de provar que realmente quer e consegue permanecer fiel. Talvez nós possamos mudar tudo isso juntos.- É claro que eu confio totalmente na senhora. Nós podemos! Vou te provar que sou confiável. Sou absolutamente fiel e digno. - Vamos ver... Sabe o que eu penso a respeito de masturbação?- Que é um ato egoísta. A Senhora detesta...- Mais do que isso. Masturbação é muito pior que egoísmo. É traição pura! Por que você fantasia livremente, libertando os pensamentos para trair em espírito e carne. A traição é dupla! É intencional, silenciosa e invisível. A masturbação é um vício que rouba a força do homem, deixando-o fraco para a dor, privando-o da energia necessária para os serviços do dia-a-dia da vida de escravo submisso... - É verdade.- Depois de gozar todo homem se torna inútil.- Entendo! Nunca mais vou me masturbar! Já te prometi isso dezenas de vezes. Mas só agora eu entendo direito tuas razões...- Eu sei que já me prometeu! Fez porque eu quis, sem entender os motivos acatou... Mas meu querido, infelizmente tua promessa não vale nada...- Como não?- Eu tenho certeza que você se masturba e vai se masturbar novamente.- Não, claro que não...- Confessa! Seja honesto consigo mesmo.- Mas eu sempre fantasiei com a Senhora me dominando. Nunca com outras...- Então confesse! Não minta para mim.- Eu só me masturbo raramente...- Sabia! Viu? Seu safado... Por isso eu sempre te deixo amarrado! Mas não posso te prender 24h por dia... Não dá para acreditar em homem nenhum. Chega de mentiras.- Tudo bem, mas foram poucas vezes... Eu não consegui evitar... Mas eu quero desistir. Sinceramente desejo parar. Mas ao mesmo tempo eu sei que não dá para me controlar. É um impulso! Mas se a Senhora estivesse sempre ao meu lado. Talvez as coisas fossem diferentes...- Não posso estar sempre ao teu lado... Mas posso te ajudar a controlar esse ímpeto! Você precisa de ajuda. Precisa de mim. Então se você confiar se entregar, talvez eu possa te ajudar a quebrar esse encanto...- Por favor, me ajuda! Quero parar... Quero ser totalmente fiel.- Dentro desta caixa está a solução que você procura para acabar com as mentiras e com tua culpa. Mas você precisa confiar em mim se quiser se manter digno e fiel.- Está bem... Eu confio. Eu me entrego. O que tem dentro da caixa?- O objeto mais perfeito de controle e dominação masculino que jamais existiu. Algo muito especial. - Como assim?- Uma coisa que vai mudar tua vida, me dar segurança e certeza total das tuas intenções. Algo que vai te mudar de fora para dentro definitivamente, te deixar ainda mais submisso e completamente dependente de mim. Em todos os aspectos da tua vida...- Nossa... Como é que pode? O que tem aí dentro? Diga-me?- Tem um cinto de castidade masculino.- O quê? Isso existe? Não é possível...- Sim, veja você mesmo...- Nossa...- Você vai usá-lo vinte e quatro horas por dia trancado no teu ventre para se manter fiel. Ou melhor, para mostrar que quer se manter fiel e não deseja me trair.- Não sei se conseguirei fazer isso. - Mas você disse que faria tudo que eu quisesse. - Eu disse, mas não podia imaginar uma coisa desta... - Homens mentem mesmo! Eu já imaginava essa reação...- É um absurdo!- Não, não vejo nenhum absurdo se você não pretende me enganar. Para mim absurdo é ter que acorrentá-lo para impedir que faça besteira!- Assim eu fico em xeque, se não uso o cinto de castidade, fica parecendo que quero te enganar na esquina com a primeira vagabunda que aparecer!- Não interessa, acho que você não estava falando sério quando disse que faria qualquer coisa para provar tuas intenções.- Não, eu estava falando sério... Juro! Pretendo honrar minha palavra. Mas é inacreditável alguém usar cinto de castidade em pleno século XXI. É um absurdo! Todos vão saber...- Nem tanto, se o uso for estritamente consensual! Além do mais, você se acostumará se realmente quiser me mostrar que quer se manter fiel. Se estiver falando sério, então usar ou não o cinto de castidade não fará diferença. O teu cinto será apenas um tributo a tua fidelidade. - Tá brincando! - Não mesmo! Nunca falei tão sério na minha vida. O cinto de castidade vai te impedir de me trair, mas ninguém precisa saber por que o cinto fica praticamente invisível por dentro das roupas. - Você pensou em tudo!- Claro... Só eu terei a chave para te libertar. Apenas eu poderei te dar prazer! Se entregue e dê tua libido para eu possa te controlar por completo. Eis aqui a tua chance de mostrar que é um homem de palavra que quer e pode se manter fiel à companheira para sempre. Mostre-me que você é mesmo meu escravo.- Sou teu escravo. Minha libido sempre será sua, bem como minha vida... Sou e sempre serei fiel. Não preciso de um cinto!- O mais incrível nisso tudo meu querido, é que se eu tivesse dúvida de tuas intenções, eu não pediria para você usar o cinto de castidade... Estou te dando a chance de você renascer e me mostrar que pode. Estou te dando um presente. Aproveite!- Eu te amo e não quero te decepcionar. Minha vida tem sido maravilhosa ao teu lado. Se for preciso usar um cinto de castidade para que a Senhora tenha certeza das minhas intenções, então eu usarei... Não vou te decepcionar. Não vou te trair nunca! Pode ter certeza...- Muito bem! Lindas palavras. Mas nossa relação poderá continuar sem o cinto de castidade. Não é um ultimato. A decisão é sua...- Tudo bem, eu já me decidi! Eu quero usar o cinto.- Vem até aqui e me deixe colocar em você.- Sim Senhora. Sou teu escravo. Estou aqui para o que for necessário. Faço isso por que te amo!- Deite-se aqui ao meu lado, submeta-se e me prove que realmente não me trairá nem mesmo em pensamento.- Abra bem as pernas...- Lubrificante... Aqui!- Sim, primeiro o tubo. Como é justo...- Quem bom que eu te depilei ontem de noite!- Depois vem o arreio de metal ao redor do saco. - Bem justo... Uma bola já foi...- Agora a outra...- Acho que é assim! Pronto, agora o cinturão... - Vou apertar mais um pouquinho! Mais...- Agora o cadeado. Perfeito!- Pronto! Não pode mais sair. Está firme. Só falta trancar!- Você não poderá se masturbar, nem transar ou ter ereções! Só quando eu permitir...- Assim eu te manterei casto para mim! - Você não poderá me trair com outras mulheres. - Não poderá me sacanear nunca!- Agora você ficará extremamente focado em mim, nas minhas necessidades e nos meus desejos... Porque eu controlo o teu prazer.- Assim ficará permanentemente excitado... - Sempre pronto para mim, ardendo de desejo e fiel como um cão. - Entende agora que nosso relacionamento se tornou extremamente sério? - Quero e sei que terei comprometimento integral.- Posso te deixar só e dormir tranqüila.- Sim Senhora! Mas o cinto é tão desconfortável. Já estou querendo tirar... É muito apertado aqui dentro. Como aperta meu saco! Tira isso?- Não! Calma... Você pode suportar coisa muito pior! - É muito desconfortável.- Teu corpo não está acostumado, mas vai se adaptar aos poucos. É como o piercing. Depois de um tempo você nem se lembra que ele existe.- Sim Senhora!- Está pronto para me provar que tem boas intenções.- Claro que sim...- Então Prove!- Como?- Peça para eu fechar o cadeado.- Tranque o cadeado!- Não, implore.- Eu imploro para que a Senhora tranque o cadeado.- Justifique-se... Quero acreditar que você é merecedor deste pequenino regalo.- Minha Rainha. Eu te peço. Imploro solenemente... Feche o cinto de castidade no meu ventre. Tranque o cadeado! Jamais vou te trair, por isso não faz diferença usar o cinto de castidade. Só vou ficar desconfortável. Preciso que a senhora possua meu sexo, meu corpo e minha alma. Quero ser eternamente teu escravo. Vou ser fiel. Quero ser digno de ti. Sou um homem de palavra. Posso ser teu escravo de corpo e alma. Faço qualquer coisa pela Senhora. O que eu mais quero na minha vida é te servir. Feche o cadeado e fique com as chaves. Eu confio na Senhora.- Muito bem! Agora eu vou trancar teu cadeado. Está na hora!- Mas receio que tudo isso seja muito radical.- E é... Você não tem idéia de como a abstinência sexual vai te deixar louco por mim. - O cinto de castidade vai mudar você!- Temo não conseguir suportar tal tormento em meu ventre. Será muito difícil!- Calma. Eu sei que será difícil. Mas você vai conseguir. Você vai se adaptar. Tenho certeza.- Pensei que teríamos mais sexo. Não menos... Tenho medo que vamos acabar nos afastando um do outro.- Não tenha medo. Não se preocupe, não vamos nos afastar. Muito pelo contrário! Sempre que eu quiser transar com você, eu posso abrir o cadeado! Eu vou ter sexo onde, como e quando eu quiser. Através desse cinto, nós estaremos sempre conectados. Pense no cinto como a extensão de minhas mãos controlado o teu ventre.- Não sei se sou suficientemente forte para viver assim. Como vou fazer para trabalhar?- Você não precisará ser forte, apenas se entregue. Para isso existe o aço e o pequeno cadeado. - Além do mais eu estarei sempre por perto. Eu te prometo que nenhuma desculpa será boa o bastante para eu abrir o cadeado e te soltar. Vou te encorajar a viver casto para mim.- Quando a Senhora vai abrir o cadeado novamente? Quando terei uma ereção? Quando vamos transar? Quando vou gozar?- Não sei, não tenho qualquer plano. Para começar vai ficar assim por no mínimo três meses. Isso se tiver um comportamento exemplar. - Tudo isso?- Sim, será necessário romper com teu passado egoísta. Poderia mantê-lo para sempre casto, ou enquanto durar nosso relacionamento. Se dependesse de mim, confesso, jamais abriria novamente esse cadeado. Quero tê-lo aos meus pés completamente tarado e obcecado por mim para todo o sempre... - Meu Deus! Eu estou perdido. Nunca mais vou transar.- Não você está errado querido! Eu sou de carne e osso! Caberá a você me persuadir e me convencer a abrir o cadeado! - Como?- Note que você deverá ficar casto o tempo todo, mas não eu. Quero todos os orgasmos que eu puder ter. Procure me agradar. Mantenha o bom-humor sempre! Você sabe que eu adoro sexo oral. Esta é sua melhor chance...- E o que mais?- Você precisa descobrir sozinho, meu corpo será teu livro! Recomendo sinceridade, procure se superar, me satisfazer, atender, obedecer, entreter e, é claro, me fazer muito feliz. Só que você terá que fazer tudo isso sem usar o teu pau! - Mas Rainha...- Não reclame, nunca se esqueça que foi você mesmo que pediu.
Autor: Escravorado Casto

Doing Lynddie (A Blitz)

Naquela noite eu decidi voltar para casa com algumas doses a mais na cabeça... Finalmente a semana terminara e eu julgava ter direito ao meu merecido relaxamento etílico. Depois de muitas ``saideiras´´, eu decidir deixar o bar e ir embora. Já passava das três da madrugada de sábado e eu dirigia pela auto-estrada Freeway One, quando avistei uma viatura da polícia pelo retrovisor. Continuei dirigindo tranqüilo, mas inesperadamente as sirenes foram ligadas, o veículo acelerou forte e se aproximou rapidamente do meu carro. Em instantes ficamos emparelhados. Eu não sei, mas acho que nos encaramos por um breve momento. Tive a sensação que fora radiografado... Em instantes fui ultrapassado pela viatura que fez sinal para eu encostar. Eu escutei uma voz feminina pelo megafone:- Polícia: Slow down. Pull over, pull over now.Pensei... Droga! Vou ter que parar. Problemas... É impossível escapar da polícia por aqui. Os carros são novos e velozes; Eu sou estudante estrangeiro, só tomei uns poucos drinks, está tudo bem... Eu levei um susto danado, mas reduzi a marcha suavemente e encostei o carro no acostamento da auto-estrada, conforme solicitado.
Duas policiais com uniformes camuflados desceram rapidamente da viatura. Elas usavam coturnos, capacetes, luvas de couro, rádios comunicadores presos no peito, lanternas, cacetetes de borracha, munição espalhada pelo cinto e nos suspensórios, coletes a prova de bala e armamento pesado. Apesar da situação tensa, tanto equipamento e indumentária, imediatamente notei que elas eram muito bonitas. Ambas! As policiais eram altas, elegantes e tão severas quanto atraentes com seus uniformes, equipamentos e armas em punho. Uma das policiais se aproximou do meu carro com cautela empunhando uma pistola prateada. Ela me cumprimentou e disse friamente para eu pegar meus documentos, deixar minhas mãos visíveis e sair do carro imediatamente.
A outra policial ficou um pouco mais afastada do meu carro, com as pernas abertas segurando uma escopeta prateada e olhando fixamente para mim. No início as duas policiais estavam tão apreensivas quanto eu, podia sentir a tensão deixando o pesado. Em segundos elas dominaram a situação por completo. Eu obedeci como um cordeirinho. As policiais não foram nem um pouco educadas comigo, mas também não posso dizer que fui maltratado ou ofendido. Ao menos no início... As duas policiais apenas cumpriam o dever corretamente tomando todo o cuidado possível. No entanto, as coisas ficaram esquisitas rapidamente. Acho que eu estava meio bêbado, nervoso, meus hormônios e minha estupidez estragaram tudo.
Depois que entreguei os meus documentos para a Oficial encarregada, eu saí do meu carro e a revista começou. Eu fui escoltado até a frente da viatura policial e tive que ficar apoiado com as mãos no capô e os pés afastados. Enquanto isso, a outra policial me apalpava as pernas, braços, virilha e cintura com um cacetete de madeira. Senti um pouco de cócegas e fiquei um tanto constrangido. Quando a outra policial se aproximou e começou a me revistar com as próprias mãos. Foi inevitável! Eu tive a primeira ereção da noite. A policial percebeu e não gostou nem um pouco! Meu carro foi revistado minuciosamente pelas policiais. Uma delas se aproximou de mim e começou o diálogo:
Recruta: Estrangeiro?
Sim, sou brasileiro.
Recruta: Turista?
Não. Estudante de direito...
Recruta: Outro advogado?
Sim policial...
Tenente: Já vi tudo... Nós prendemos e vocês soltam. É assim em todo lugar do mundo. Mas somos nós policiais que pagamos o pato com a sociedade!
Não é bem assim, a justiça é cega e ninguém é culpado até que...
Tenente: Cale-se! Só fale comigo quando eu te fizer uma pergunta direta. Compreendido? Fique caladinho ou te prendo por desacato. Mostre algum respeito.
Sim, Seeeenhora. Desculpe-me!
Recruta: Ótimo! Melhor assim. Continue imóvel com as mãos no capô, não mandei você se virar, nem olhar para trás, ou me encarar. Continue olhando para frente ou para o chão. Não fui com a tua cara de advogado latino de porta de cadeia.
Tenente: Recruta, tenha calma! Deixe-me conduzir daqui.
Recruta: Sim, sim Senhora. Tenente! Desculpe-me! Mas a propósito, como está a documentação do futuro doutorzinho?
Tenente: A carteira de habilitação e a identidade estão certas. Parecem OK, mas é melhor você checar novamente. Use o computador da viatura. O carro não é roubado, mas o seguro obrigatório está vencido, mas o pior não é isso...
Recruta: Como assim Oficial?
Tenente: Não notou ainda? Ele está claramente bêbado. Não está sentindo o cheiro de birita?
Eu apenas tomei umas cervejas, mas estou ótimo. Não estou bêbado (fazendo quatro)...
Recruta: Tem razão. Todo o bêbado que abordamos e prendemos nos diz isso. Por que eles dizem e fazem essas coisas tão estúpidas.
Mas eu juro que não estou bêbado Recruta.
Tenente: Calado! Foi só bebida ou andou fumando maconha? Você cheira? Está drogado? Armado?
Não, juro! Não estou armado. Eu não gosto dessas coisas não... Só bebi uma cervejinha para relaxar, depois de uma semana tão pesada... As Senhoras podem me levar para fazer todos os testes e me revistar quantas vezes acharem necessário. Nada vão encontrar, não porto armas ou drogas.
Tenente: É claro que nós podemos e faremos isso. Pode ter certeza (assim falou a Tenente Virgínia)...
Recruta: Sabia que nós podemos te multar, levar teus documentos e apreender teu carro imediatamente? O teu seguro está vencido, você está visivelmente bêbado. Não preciso de mais teste algum. Posso te prender agora, imediatamente...
Sim Senhora! Entendo... Mas desculpe-me, ninguém atrasa contas por que quer. Eu fiquei sem dinheiro e atrasei o seguro...
Tenente: Mas tem dinheiro para bebida, cigarro e farra!
Não é bem assim...
Tenente: Cale-se e vire-se. Sabia que eu poderia te levar preso. Dirigir embriagado é crime, uma irresponsabilidade tremenda!
Sim Senhora, tem razão, mas eu insisto, não estou bêbado.
Tenente: Tenho certeza que está pronto para falar com o Sheriff do condado.
Tudo bem! Escute, será que nós não podemos resolver isso de outra forma? Vamos dar um jeitinho. Relaxa! Vocês conhecem o jeitinho brasileiro?
Tenente: Como assim?
Deixa-me ir para casa, vamos esquecer tudo isso? Por favor?
Tenente: De jeito nenhum! Você não sai daqui dirigindo. Está louco? Você será autuado, tua carteira será apreendida e você vai preso.
Não! Por favor? Eu sou estudante estrangeiro de direito, faço estágio no tribunal do júri e sou gente de bem. Não posso ir preso. Talvez tenha exagerado na bebida, mas prometo nunca mais dirigir depois de beber.
Tenente: Não tem conversa, latino. Nós somos policiais texanas linha dura. Você vai perder a tua habilitação e vai responder um processo.
Escutem, eu tenho uns cento e cinqüenta dólares na carteira. Podem pegar tudo, é de vocês, mas me deixem ir tá? Vamos combinar assim? Fiquem com o dinheiro e me deixem ir...
Tenente: Como? Tentando nos subornar? Você cometeu um grave erro. Nossa conversa acabou. Você está preso!
Tenente: Recruta Lynddie venha até aqui, esse projeto de advogado latino tentou nos subornar, vamos mostrar que somos policiais honestas. Pegue tuas algemas imediatamente. Daqui, ele vai algemado para a delegacia! Eu fico de olho nele.
Tenente: Prossiga com a prisão Recruta.
Recruta: Fique de joelhos imediatamente. Mãos na cabeça!
Por favor, não... Vamos conversar...
Recruta: Obedeça-me... (Batendo com o cacetete nas minhas pernas)
AI! Isso dói...
AI, AI, AI...
Então a Recruta Lynddie começou a ler meus direitos, eu fiquei gelado. Não conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo comigo. Logo eu que conhecia meus direitos tão bem, realmente eu estava enrolado. Havia estudado os direitos civis no primeiro período da faculdade e visto a mesma cena nos filmes umas mil vezes, mas nunca pensei que isso pudesse acontecer. Corrupção ativa de policiais... Dirigir bêbado... Documentos vencidos... Que vergonha! Que situação!
Recruta: Você tem o direito de permanecer calado, terá direito a um advogado e a um telefonema. Tudo que você disser poderá e será usado contra você. Se não puder pagar um advogado...
Então a Tenente se aproximou e disse:
Tenente: Recruta Lynddie, não coloque a algema ainda...
Recruta: Por quê?
Tenente: Deixe-me fazê-lo. Você sabe que eu adoro fazer isso. Gosto de ter o domínio sobre os homens e deixá-los submissos e indefesos. Observe e aprenda...
Recruta: Vá em frente Tenente. Eu sei que ele entendeu e conhece muito bem os direitos... Continue com a prisão.
Tenente: Se ele estiver escondendo algo, vai confessar tudo para nós.
Tenente: Escute Sr. Marcelo, não resista. Eu quero que você faça tudo o que nós mandarmos sem argumentação. Capiche? Comporte-se ou alegaremos resistência à prisão. Entendido?
Sim Senhora!
Tenente: Agora eu quero que você tire toda a sua roupa, vamos fazer uma Segunda revista. Se eu encontrar alguma coisa você está ferrado, é melhor confessar tudo agora, caso contrário eu vou te enquadrar como traficante ou terrorista.
Não tenho nada para confessar! Sou um estudante de direito honesto... Não tenho armas ou drogas.
Tenente: Então tire logo a roupa e chega de papo-furado. Quero ver se você diz a verdade. Odeio homens mentirosos, terroristas e traficantes.
Não sou nada disso. Preciso mesmo tirar toda a roupa Tenente? Tenho vergonha...
Tenente: Sim, claro. Rápido! Eu não posso perder a noite toda com bêbados inconvenientes como você, temos muito mais o que fazer no nosso plantão para garantir a ordem nesta cidade caótica...
Então eu me submeti sem reclamar, apesar do frio e de estar em via pública. Então, comecei a tirar o casaco, camisa, calças, sapatos e as meias... Tudo! Enfim fiquei pelado em plena rodovia às 4h da manhã. Completamente nu na frente de duas policiais femininas doidas para me ferrar.
Tenente: Muito bem, agora se ajoelhe, ponha as mãos na nuca e não se mova.
Está bem.
Tenente: Recruta, verifique as roupas cuidadosamente.
Recruta: Sim Senhora, Oficial!
Tenente: Depois de terminar, quero que verifique o carro dele novamente; Olhe tudo direitinho e caso não encontre nada, venha até aqui para nós brincarmos um pouco com esse idiota...
As policiais não encontraram absolutamente nada, então elas ficaram irritadas e decepcionadas. Queriam piorar as coisas para mim. Subitamente o clima esquentou. Eu estava gelado, apavorado. Meu casaco, a camisa, os sapatos, as calças, meias e até a cueca foram jogados dentro do meu carro. Eu continuava pelado no meio da rua na frente das duas policiais e com as mãos na nuca. Irritadas com minha tentativa de suborno, elas começaram a rir, humilhar e debochar muito de mim. Elas diziam que eu seria depilado e faria muito sucesso na delegacia entre os marginais. A Recruta parecia meio maluca, sádica, embrutecida pelo dia a dia. Ela me maltratou demais naquela noite, pisou no meu rosto, andou em cima de mim e me humilhou também. Eu não esbocei reação. As policiais bateram com o cacetete várias vezes nas minhas pernas, costas e até no meu saco. Doeu demais... A Tenente não fazia apenas vista grossa. Ela era participante ativa; A Tenente também brigou comigo, me deu um sermão e tanto sobre o dever do policial, sobre dirigir embriagado, sobre corrupção de policiais, seu caráter incorruptível e coisa e tal. A Tenente foi muito rigorosa, mas a Recruta foi muito pior. Ela batia com mais intensidade e força... Eu pedi desculpas a elas e disse que merecia ser preso. No final, não sei o porquê, tive uma bela ereção. Na época não entendia o que se passava comigo. Então levei uma bofetada no rosto. Resolvi ficar calado e imóvel. Mas a ereção não passava, só aumentava.
Recruta: Veja Oficial, o projeto de advogado está cheio de tesão.
Tenente: É verdade. Essas coisas acontecem. Eu adoro ver isso... São os verdadeiros prisioneiros submissos. Muitos meliantes gostam de apanhar e ficar presos... Sabia?
Não sou submisso! Nunca fui preso... Não gosto de apanhar não...
Recruta: Então por que você está com o pau-duro latino?
Eu não sei...
Tenente: Ele adorou apanhar de mulher. Adorou ser humilhado. Eu aposto que também vais gostar da cadeia!
Não mesmo, pelo amor de Deus!
Recruta: Cale-se!
Tenente: Acho que ele está gostando mesmo de ser preso, veja como está cada vez mais animado...
Recruta: É, mas ele logo vai se arrepender de ser assim. Quando chegar na delegacia ele vai ver só. Vai virar a mulherzinha do pessoal...
Recruta: Tarado você em breve vai ter o prazer de conhecer teus colegas de classe.
Nada foi achado nas minhas roupas ou no meu carro, mas eu fui autuado por dirigir embriagado, resistir à prisão e tentativa de corrupção. Eu fui empurrado contra o capô da viatura, meu braço direito foi torcido com força, depois o esquerdo, meus pulsos foram aproximados por trás das minhas costas e a fria algema finalmente foi colocada em mim. Não resisti, apenas engoli e gemi baixinho quando as pulseiras se fecharam e foram apertadas até o final. Outra ereção ainda mais forte e constrangedora que a anterior me denunciou... Em minutos minhas mãos estavam formigando e ficariam assim durante muitas horas.Imobilizado rapidamente fui conduzido até a caçapa do camburão. Havia outros dois homens presos lá dentro da caçapa e imediatamente começaram a me hostilizar. Como cada uma deles estava acorrentado pelos pés e mãos ao veículo, eles não conseguiram me bater, mas fui humilhado. Também fui acorrentado pelos pés e mãos e fiquei praticamente imóvel. Dentro da caçapa, o ar era pesado, quente, fétido e irrespirável. O que eu sentia era aterrorizante. Tanto medo, dor e desconforto... Procurei me manter calmo para não surtar. Foi quase impossível.
Deveria estar nervoso, apavorado, realmente estava desesperado com a minha prisão, nunca tivera a liberdade cerceada, nunca sequer havia imaginado usar algemas. Eu realmente não sabia o que fazer (não havia nada a fazer), pensar, mas acima de tudo e inexplicavelmente eu estava totalmente excitado. O pior era estar sentindo isso em um país estranho, distante de casa e dos amigos...
As policiais que me prenderam eram a Tenente Virgínia Summers e a Recruta Lynddie England. A Recruta Lynddie Gordon ficaria famosa alguns anos mais tarde, durante a Invasão do Iraque, devido a acusações de tortura e abuso de prisioneiros. Vejam o que é o destino! Olha só onde eu fui parar...
Rodamos durante horas na viatura da Tenente Virgínia. A caçapa foi enchendo e ficou lotada de marginais. Lá pelas 11 horas da manhã finalmente chegamos na delegacia central de Huston; Todos os presos foram levados para interrogatório.Lá pelas três da tarde eu fui conduzido até uma das salas onde finalmente fui fichado e fotografado. Ainda estava nu e algemado curando uma terrível ressaca!A Tenente Virgínia havia deixado uma observação importante no meu prontuário dizendo que eu era extremamente perigoso e deveria ser mantido nu, algemado, incomunicável e isolado do presos. Ela e a Recruta iriam me interrogar pessoalmente no final do plantão delas que iria acontecer em 72 horas. Até lá eu deveria permanecer em uma solitária.
E foi assim que aconteceu. Minhas algemas ficaram torturando os meus pulsos, fiquei preso em um cubículo imundo durante 72 horas, sozinho, nu e incomunicável esperando minhas algozes retornarem. Senti medo, frio, sede e fome. Aprendi minha lição! Fui alimentado através de uma passagem minúscula na porta. A comida era horrível, intragável, salgada e insuportável. Eu tive que comer igual a um cachorro no chão. Foi humilhante. Sofri muito até curar minha ressaca na cadeia.
Tenente Virgínia e Recruta Lynddie apareceram muitas horas depois para me interrogar, fui levado até uma sala escura, então fui colocado sentado em uma mesa com uma lâmpada enorme virada para os meus olhos. Assim nossa conversa recomeçou.
Recruta: Então advogado, aprendeu a lição.
Sim Senhora. Sem dúvida. Obrigado pela oportunidade de rever meus conceitos.
Recruta: Cinismo? Deboche? Eu te quebro de pancada.
Senhora, estou sendo absolutamente sincero. Tive tempo de pensar em toda minha vida. Creio que entendi o tamanho da besteira que fiz. Estou arrependido...
Recruta: Ótimo que pense assim. Quer um cigarro?
Não obrigado, decidi parar de fumar aqui na cadeia...
Recruta: Acho que você está curtindo com a minha cara?
Não mesmo! Juro.
Recruta: Tenho certeza que você gostou da hospitalidade texana. Gostou da solitária? Gostou da nossa acolhida, enfim das nossas instalações para advogados VIPS?
Não Senhora, foi a pior experiência de minha vida, mas preciso confessar que aprendi muita coisa nestas poucas horas.
Recruta: Calma, ainda tem muito mais para experimentar... Queremos te ensinar a ser submisso.
Tenente: Agora nós vamos devolver tua roupa e te enviar para a carceragem, você poderá dar um telefonema. Prometemos que você vai sentir saudades do cubículo, quando conhecer teus novos colegas.
Senhoras, me submeterei calmamente ao que for determinado. Mas eu peço desculpas por ter bebido, mas principalmente ter tentado suborná-las. Deve ter sido efeito do álcool... Foi uma atitude estúpida. Um grande erro, quero que saiba que realmente estou arrependido. Espero retomar o curso de minha vida o mais rápido possível.
Tenente: você ainda terá bastante tempo para pensar e se arrepender.
Por favor, não me mandem novamente para a cadeia. Não façam isso comigo! Já aprendi minha lição, eu imploro. FAÇO QUALQUER COISA para não voltar para a solitária ou ir para a carceragem.
Tenente: Duvido...
Eu repito, faço tudo... Faço qualquer coisa para sair daqui.
Recruta: QUALQUER COISA?
Sim tudo. Basta mandar e eu farei. Qualquer coisa...
Recruta: Aceita o fato de ser submisso? Reconhece que sentiu prazer quando apanhou na rua?
Sim eu não vou mais mentir, por mais embaraçante que seja, eu gostei de apanhar de mulher... Fiquei excitado e isso não sai da minha mente.
Recruta: Fará tudo que a gente mandar?
Sim, tudinho...
Recruta: Ajoelhe-se em frente a mim.
Sim Senhora.
Recruta: Olhe para o chão. (Levei um tabefe no rosto).
Ai...
Recruta: Gostou?
Sim Senhora!
Recruta: Agradeça...
Obrigado...
Recruta: Toda vez que apanhar na cara agradeça.
Sim Senhora!
Ai... Obrigado.
Recruta: Peça desculpas novamente por tentar nos subornar.
Sim Senhora! Por favor, me perdoe...
Recruta: Humilhe-se. Implore...
Por favor, imploro o perdão de vocês. Volto a afirmar que faço qualquer coisa para ser perdoado. Por favor me perdoem!
Recruta: Lamba minhas botas e peça desculpas.
Como? AAAAIII (Outro tapa no rosto). Sim Senhora! Obrigado...
Recruta: Beije o chão que eu piso.
Subitamente, aconteceu o que eu temia. Novamente eu tive outra ereção inexplicável...
Recruta: Você realmente gosta de ser maltratado, veja só Tentente. Está acontecendo novamente... O latino parece mesmo gostar de ser maltratado! Eu sei bem como agir com ele.
Tenente: Não te aborreça Recruta. Isso é ótimo! Eu não disse que ele é 100% submisso. Algumas pessoas amam disciplina rígida e castigo... Este aqui será muito útil para nós! Exercite teu lado mais sombrio, liberte todo o teu sadismo, frustrações e angustias... Bata para valer...
Tenente: Aprenda comigo Recruta!
Tenente: Continue lambendo as botas da Recruta. Não mandei você parar.
Tenente: Agora eu quero que você tire as botas, meias e engula meus pés dela.
Mas eu estou algemado, pode tirá-las...
Recruta: É claro que não. Dê um jeito. Use tua boca...
Recruta: Muito bem... Ótimo!
Recruta: Humm...
Recruta: Até que você beija gostoso. Que linda ereção!
Recruta: Agora é a vez da Tenente.
Tentente: Obrigada, pensei que ia se esquecer da Hierarquia...
Mas a Tenente queria algo diferente comigo, ela trancou a porta da sala, se despiu na minha frente. Tirou o capacete, a gravata, o colete, as botas, as armas, ficou nua! Completamente nua e depois colocou o cinto improvisando uma coleira no meu pescoço e puxou até me sufocar. Ela era extremamente linda e tinha uma tatuagem deliciosa na virilha. Uma algema dentro de um coração! A Tenente era toda raspadinha e eu caí de boca ajoelhado aos pés daquela mulher deliciosa. Fechei meus olhos, o medo passou e eu beijei, lambi e chupei a vagina profundamente, submissamente. Balbuciei alguma coisa do tipo: ``Perdoe-me Senhora´´... Logo ela começou a tremer e percebi os orgasmos chegando. Ela me pegou pelos cabelos, puxou e gemeu. Quase gozei junto... Foi indescritível. Meu pau latejava, apesar das algemas e da situação. Quase gozei, mas eu nem pude tocar nele. Depois foi a vez da Recruta e novamente a Tenente... Então, as duas me deitaram no chão frio e começaram a me bater com o cacetete. Depois começaram a pisar em mim, então se sentaram sobre meu corpo maltratado e começaram a se tocar e se beijar. Nossa foi incrível... A sensação mais maravilhosa da minha vida foi penetrar a Recruta, tendo a Tenente agachada sobre o meu rosto, torcendo meus mamilos...
Tenente: Proponho um acordo! Escute... Deixe-me chicotear e comer teu rabinho com meu consolo de cintura. Se você permitir e ficar quietinho, eu consigo evitar tua condenação que é certa... Caso contrário, vou te comer de qualquer jeito e todo o resto da delegacia também! Além do mais, você disse que faria qualquer coisa para sair da cadeia.
Recruta: É pegar ou largar...
Ai meu Deus! Não acredito no que está acontecendo comigo! Vai doer muito? Não quero ficar preso.
Recruta: Muito mesmo, vai sangrar um pouquinho, mas isso é a melhor parte... Deixe de ser chorão! Relaxe bastante, você poderá até gostar no final.
Não sei como explicar, não havia alternativa, era totalmente constrangedor, mas queria sair da prisão. No entanto, eu devo confessar que no fundo fiquei muito excitado com a idéia de ser enrabado pela policial e acabei concordando...
A Tenente pegou o consolo de cintura na bolsa e vestiu. A Recruta apertou as amarras firmemente. Depois me jogou sobre a mesa com brutalidade e começou a ``amaciar´´ a carne me espancando com um chicote de couro. Nem acredito que tudo acontecia dentro da delegacia. Minha carne pegava fogo a cada golpe... Depois de me surrarem por uns quinze minutos, elas espalharam vaselina líquida no meu ânus e enfiaram os dedos e constataram que eu sofreria muito, pois a passagem era estreita. Elas ficaram ainda mais animadas... A Recruta me segurou e em instantes eu fui comido impiedosamente pela Tenente. Quase desmaiei quando o consolo entrou, mas a Recruta Lynddie me manteve firme. Elas revezaram várias vezes o consolo até arrancar sangue do meu cu. Só mais tarde descobri que tudo fora registrado em uma câmara escondida. Estava totalmente nas mãos das policiais...
Ambos gozamos como loucos naquela tarde. Quando tudo acabou, eu fique exausto, pensei que enfia seria solto, mas permaneci algemado. Claro, depois de tudo que aconteceu, tive que concordar com a Tenente Virgínia. No fundo eu gostei de ser enrabado. Eu estava gostando da prisão! Ou melhor, amando... Eu era um ser revelado. Um submisso por natureza! Imediatamente assinei um termo completo de confissão que elas prepararam para mim, eu me enrolei totalmente, mas confiava nelas. Segundo orientações das duas policiais, dispensei todos os meus direitos civis, inclusive o advogado. Eu mesmo me defenderia perante o tribunal... Quando o interrogatório acabou, as policiais me reconduziram até minha solitária. Mal podia andar... Fizemos um acordo, elas trancaram a minha faculdade e cuidaram de detalhes como aluguel e meu emprego. Eu ficaria preso na solitária até o dia do julgamento, mas não seria expulso do país e teria ficha limpa. Durante dez longos meses eu fiquei esperando o julgamento na solitária. Enquanto isso, tornei-me o escravo sexual particular das duas policiais que passavam por lá a cada 72 horas para me ensinar novas lições de submissão masculina.
No dia do meu julgamento, as policiais trouxeram um lindo terno azul marinho, sapatos, camisa azul clara e gravata vermelha para eu vestir. Eu deveria estar muito engraçado usando terno, gravata, sapatos engraxados e quase imobilizado por pesadas correntes, algemas, grilhões, coleira e cadeados por todos os lados. A Recruta Lynddie cuidou pessoalmente das amarrações na véspera, mal podia andar quando a solitária foi aberta. Fui praticamente arrastado até o tribunal do júri. Eu fora orientado pelas policiais a assumir toda a culpa pelo incidente perante a juíza, alegar arrependimento total e pedir a pena mais rigorosa para provar que falava sério.
Então, logo no início da sessão, eu pedi para fazer uma declaração. Solenemente fiz meu juramente de dizer somente a verdade. Pedi desculpas às policiais em público, me humilhando novamente. Jurei nunca mais beber uma gota de álcool e dirigir. Também jurei estar totalmente arrependido... A Juíza acreditou em mim, eu fui condenado pelo júri a prestar serviços comunitários durante cinco anos. Também fui condenado a passar dez anos de prisão estadual com seis anos de trabalhos forçados quebrando pedras no deserto. Mas eu não fiquei preso um só dia. A minha prisão foi relaxada a pedido das policiais Virgínia e Lynddie sob a condição de viver sob supervisão constante das policiais. Assim que saí, Lynddie e Virgínia estavam me esperando no portão do fórum. Elas sorriram, me abraçaram, beijaram, arrumaram a gravata e em seguida algemaram com as mãos para trás. Não entendi nada, mas me submeti. Entrei no carro delas e nos dirigimos para a casa da Recruta Lynddie.
As duas policiais me obrigariam a viver com elas nos próximos anos usando uma coleira com dispositivo GPS preso no meu pescoço. Dormiria acorrentado pelo tornozelo dentro de um pequeno cubículo de ferro instalado no porão da casa da Recruta Lynddie. Mas o pior ainda estava por vir, elas se apossaram completamente da minha vida quando colocaram um cinto de castidade no meu ventre, minha vida nunca mais fora a mesma. Fui transformado em uma espécie de escravo e brinquedo sexual das policiais. Trabalhava e vivia para proporcionar prazer para elas, mas isso é uma outra história que só acabou durante a guerra do Iraque. Um dia eu conto...
Autor: Escravorado Casto

Mudando de Vida

INTRODUÇÃO - CAINDO NA REAL EM OWK
Tenho refletido bastante sobre uma possível temporada no OWK. Não é uma coisa impossível! Sonho com essa ´´sadô-trip`` quase todas as noites ou quando estou só. Acho que nessa altura da minha vida, essa experiência me faz falta. A vida em OWK é minha atual obsessão e desejo de masturbação favorito. Penso constantemente em realizar mais essa fantasia, por que para um cara como eu, aquilo lá pode ser a mais próxima tradução de paraíso.
Se você não sabe o que é que eu estou falando, ou seja, nunca ouviu falar em OWK (www.owk.com), saiba que a sigla quer dizer ``Other World Kingdom´´. O OWK é muito mais do que um parque de diversões, clube ou hotel temático para sadomasoquistas. Eles (ou melhor, elas) se intitulam um tipo de nação privada, na verdade elas se auto-proclamam uma ``Monarquia Matriarcal´´ independente! Mas o que diabos é isso? O Matriarcado é um tipo de Estado onde as Mulheres governam e os homens são súditos. O OWK é administrado por mulheres muito sádicas, ativas praticantes de BDSM, que acreditam na superioridade feminina e no direito quase sagrado de possuir escravos para usá-los da forma que lhes melhor convier.
O OWK tem seu próprio brasão, bandeira, passaporte, moeda, justiça, fórum, força policial, capital, acomodações para visitantes, masmorras para os escravos, celas, salas de tortura, pelourinho e tudo mais. Sério, parece inacreditável, mas esse lugar existe de verdade! Não estou inventando nada, o OWK fica situado na República Tcheca em uma fantástica propriedade rural com ares medievais nos arredores de Praga. O lema do OWK é ``WOMEN OVER men´´ e isso já diz tudo! O OWK é governando sob o princípio básico que as Mulheres estão em primeiro lugar e são seres superiores aos homens em qualquer lugar, hora ou situação. Enfim, sempre! As mulheres que vivem ou visitam OWK têm o direito de dispor dos escravos (homens) para satisfazer suas necessidades. Isso inclui surrar, torturar, humilhar, castigar e prender.
Visitantes do sexo feminino são bem-vindas, podem se hospedar confortavelmente nos aposentos reais e têm acesso a todo tipo de regalias, informações, academia, restaurantes, serviços personalizados, massagens e muitos escravos para atendê-las. No entanto, os seus respectivos companheiros são tratados como escravos, vão direto para as masmorras e ai é que a diversão começa a esquentar. Homens desacompanhados também podem se hospedar nas masmorras reais de OKW e são transformados em escravos imediatamente.
Ponto negativo: Não posso deixar de mencionar, passar uma semana no OWK custa muito caro, muito mesmo, principalmente para quem recebe em Reais como nós. É uma pena! Mas nada me impede de fantasiar muito com uma vida servil preso eternemente dentro dos muros do Palácio Real de OWK.
Enquanto isso, eu vou vivendo por aqui, tentando economizar alguns trocados para viajar...
OWK - Um outro País uma outra cultura
MULHERES SOBRE homens, esse é o lema do lugar. Depois de ouvir falar que estavam aceitando imigrantes para fixar residência permanente no OWK, verifiquei as condições e candidatei-me imediatamente a uma das vagas disponíveis no site. Como ainda não era casado, não tinha filhos e possuía mais de 21 anos de idade, poderia me candidatar. Confesso que minha inscrição foi resultado de um ato impulsivo, mas não impensado, afinal viver em OWK era tudo que eu sempre sonhei. Já imaginava como seria minha vida caso fosse aceito, castidade compulsória, rígida disciplina, trabalhos forçados, torturas sexuais, censura, castigos, surras, privações, cerceamento de liberdade e humilhações. Sabia que seria tratado como uma coisa vil, um escravo sem direitos, posses, apenas obrigações.
Estava ciente dos desafios e rigores da dura vida servil que teria que enfrentar em OWK. Por isso mesmo me inscrevi, afinal melhor do que isso impossível!
Mas mesmo assim, depois que preenchi a ficha de admissão e enviei para Rainha Patrícia I, senti um frio na barriga! Sabia que se fosse selecionado seria uma decisão irrevogável, isto é, um ponto ``sem retorno´´ na minha vida. Eu estava com medo, por que teria que tomar uma difícil decisão. É claro que eu teria que pagar o preço de deixar amigos, namorada, propriedades, trabalho, enfim tudo para trás. Com certeza absoluta sofreria muito no início, mas meu desejo de servir sempre foi maior do que tudo, superior até a minha razão. Além do mais, acredito plenamente nas bases da Monarquia Matriarcal, na superioridade divina, nas Mulheres sobre homens. Mas e se mesmo assim não desse certo? E se eu fracassasse? O que seria de mim? Apesar de acreditar totalmente no Princípio Básico que todas as mulheres são superiores aos homens em quaisquer situações, aceitar e entender minha posição na Sociedade Matriarcal, eu poderia não suportar a extenuante rotina ou não conseguir me adaptar. Isso torturava meus pensamentos.
Eu sabia que a seleção seria dura, minhas chances eram pequenas, mas mantive a fé que poderia ser aceito. Pensamento positivo é muito importante, com sorte poderia ser chamado a qualquer hora. Porém passaram-se algumas semanas e nada. Nenhuma resposta... Estava desanimado, cabisbaixo, quase desistira de sonhar, mal me lembrava da fichinha de inscrição. Então, em uma manhã ensolarada tive uma grata surpresa, recebi o e-mail de convocação da Rainha Patrícia I, Soberana e Fundadora do OWK. Ela estava requisitando minha presença imediata para entrevista de admissão. Se fosse aceito, passaria por diversas análises psicológicas, testes de aptidão para o trabalho servil, testes comportamentais, determinação do nível de submissão, exames físicos e de saúde. Imediatamente meus olhos se encheram de lágrimas, fiquei arrepiado de alegria.
Acessei a página do OWK freneticamente e li centenas de vezes o regulamento, Rainha Patrícia I queria formar um pequeno grupo de alguns escravos para residirem definitivamente em OWK e viverem sob o Principio Básico pelo resto de suas vidas. Eu deveria responder a mensagem em 24 horas, fornecendo a data, local de chegada e levando o dote inicial de 10.000 dólares. Caso não respondesse a mensagem em tempo hábil, ou não trouxesse o dote, o candidato seria punido com a desclassificação. Os escravos selecionados para fixar residência em OKW teriam que entregar todas as suas posses, inclusive jóias, propriedades e demais bens materiais para a tutela do Estado Matriarcal. Em caso de desistência ou desclassificação, o dinheiro do dote não seria devolvido.
Não hesitei, me decidi em menos de um minuto. Foi um ato racional e de livre-arbítrio. Deveria partir imediatamente para viver em OWK, esse era meu destino. Levantei o dinheiro, comprei a passagem e respondi o e-mail. Despedi-me dos amigos e família. Como foi difícil... Deixei tudo para trás, não levei bagagem alguma para OWK, apenas comprei sapatos novos, uma gravata bonita e uma bela camisa branca. Vesti meu melhor terno, me barbeei, perfumei e pequei o primeiro avião para a República Tcheca.
Depois de várias horas de vôo até a Alemanha, duas conexões, inevitáveis aborrecimentos e atrasos, finalmente cheguei exausto em Praga. Felizmente, duas lindas mulheres, elegantemente vestidas me esperavam para o translado até o Reinado do outro mundo. Em retribuição, me coloquei de joelhos e beijei carinhosamente suas botas na frente de todos, mostrando minhas intenções e atitudes servis. Acho que sob olhares espantados dos passageiros, eu consegui mostrar que conhecia meu lugar inferior, minhas anfitriãs não se sentiram vexadas, apenas se olharam, sorriram e falaram algo que não entendi, mas achei que estavam admirando meu despojamento.
Logo, fui conduzido até o porta-malas do automóvel. Para minha surpresa, já havia um outro homem lá. Elas nos mandaram permanecer em completo silêncio durante a viagem. Obedecemos. Depois de algumas horas de escuridão profunda, calor e extremo desconforto, nós chegamos em OWK. A minha roupa estava um lixo, toda amassada. Eu estava suado, sem falar na minha fisionomia assustada. Eu queria impressionar no primeiro encontro, mas a luz cegava meus olhos, eu estava um trapo, me sentia inseguro, temia não ser aceito no lugar onde só as mulheres governam e os homens são apenas escravos...
O Palácio e Residência Oficial da Rainha Patrícia I, fundadora da Monarquia Matriarcal, me pareceu glorioso. Tudo parecia muito bem cuidado, limpo e finamente decorado. Fui levado até o Salão Real de Admissão, onde tive que entregar todos os meus documentos, dinheiro, passaporte, relógio e jóias. Estava assustado, mas confiava na lisura das minhas anfitriãs. Entreguei o dote, beijei os pés da Tesoureira. Fui vendado, amarrado com cordas e conduzido até meus aposentos, na verdade uma pequena cela de um metro quadrado por menos de um metro e meio de altura, instalada em um recinto sem janelas localizado no fundo da Masmorra Real.
Pernoitei ali, não foi uma das melhores noites de minha vida, mas não foi difícil sobreviver no meu verdadeiro e definitivo lugar. Meu desjejum foi servido às cinco horas da manhã em ponto, comi um pedaço de pão duro, mingau azedo e um gole de água. Havia um pequeno orifício no chão que eu imaginei ser usado como banheiro, mas era por onde a comida entrava.
No final daquela manhã, sua Majestade, Rainha Patrícia I, nos aguardava para a audiência na sala do trono. Tive o prazer de conhecê-la pessoalmente. Que mulher sensacional! Fui levado até sua presença por duas extraordinárias mulheres trajando armaduras reluzentes, portando espadas e lanças medievais, mais tarde soube que elas pertenciam à Guarda Real. Mas apesar de bonitas, elas eram militares muito malvadas. Tiraram-me da minha cela, me bateram, puxaram meus testículos e torturaram meu pênis por pura diversão. Depois, elas me sodomizaram e me vendaram. As minhas vestes foram levadas, meus pulsos e meus tornozelos foram acorrentados a grossas e pesadas correntes de ferro. As algemas e os grilhões pareciam muito antigos, mas eram eficientes, pesados e desconfortáveis. Foram usados quatro cadeados, cada um deles maior que a minha mão.
Depois da sessão de tortura, pedi de joelhos para ir ao banheiro, mas levei socos e um tabefe no rosto. Eu não tinha autorização para pedir, nem falar. O jeito foi ficar quieto, me conformar e tentar postergar minhas necessidades.
Assim que cheguei na sala do trono, senti açoites nas minhas pernas. Era o comando para me colocar de joelhos. Sem dizer absolutamente nada, Rainha Patrícia se aproximou, retirou a venda dos meus olhos e me encarou. Eu fiquei gelado, baixei meu rosto e beijei seus pés. Então ela me inspecionou calmamente, mexeu em meus mamilos, me colocou de pé, torceu meu pênis, olhou meus dentes, acariciou a pele das minhas nádegas. Pegou a palmatória e me bateu dez vezes. Ela percebeu alguns sinais da tortura, olhou para as Guardiãs Reais, que vestiam seus elmos prateados, e sorriu balançando a cabeça levemente em sinal de concordância. Não pude evitar uma potente ereação...
Eu notei que Rainha Patrícia I simpatizou comigo. Lentamente percebi que havia vários outros como eu no recinto. Depois, Rainha Patrícia I colocou uma pesadíssima coleira de ferro fundido no meu pescoço com o brasão do Reinado. A coleira era muito apertada e possuía quatro pequenas argolas de aço presas por pinos igualmente espaçados em seu perímetro. Rainha Patrícia I pegou a corrente da algema exatamente pela metade e a prendeu na coleira com o quinto cadeado. Ela entregou a chave para uma das Guardiãs Reais. Esse era o sinal, eu havia sido aceito, passara no primeiro crivo.
Em seguida, uma das cortesãs se aproximou e amarrou meus testículos e penis em estado semi-ereto para trás com um cruel barbante de sizal e depois me vestiu com um incômodo tapa-sexo de couro. O restante das mulheres estava cochichando e rindo. Pareciam ansiosas, com certeza estavam se divertindo bastante, mas eu não conseguia escutar e nem compreender o que elas diziam. Havia outros escravos deitados no chão frio, todos usavam o mesmo tapa sexo, estavam vendados e alguns estavam amordaçados. Então, antes de me integrar ao restante do grupo selecionado, um par de prendedores foi colocado nos meus mamilos. Em seguida, fui amordaçado, vendado e sodomizado diversas vezes pelas cortesãs. Deitei-me no chão gelado de mármore ao lado da tapeçaria real junto com os demais selecionados. Nós homens não somos dignos de pisar nos tapetes reais, nem admirar os objetos de arte, tocar em nada precioso ou experimentar a comida das mulheres. Nos deitamos no chão frio e circulamos ao redor dos tapetes. Enquanto esperávamos sobre o chão duro e frio, outros homens foram recebidos naquela manhã e se juntaram a nós. Naquele momento apenas deveríamos nos acostumar com o chão, permanecer imóveis e calados.
Depois de conhecer todos os candidatos, recusar algumas criaturas masculinas desprezíveis, Rainha Patrícia I foi almoçar, depois tirou uma pequena cesta à tarde, enquanto isso as Guardiãs aproveitaram para nos provocar e açoitar mais um pouco. Rainha Patrícia I retornou à sala do trono lá pelas três. Enfim, a Soberana ordenou que nós os homens selecionados nos aproximássemos de seu Trono Real. Permanecemos de joelhos para mostrar nossa subserviência. Ela retirou nossas vendas e se sentou em seu trono de pedra adornado com veludo vermelho, ouro e diamantes. Uma das guardiãs levou a tiara de diamantes, a outra Guardiã trouxe a coroa real e o manto vermelho. Rainha Patrícia I estava tão divinamente linda usando o manto real, a coroa e empunhando o cetro, que eu nunca mais vou me esquecer daquela cena.
Rainha Patrícia I cruzou as pernas elegantemente, sorriu para todos e bateu três vezes com o cetro no piso. Ela ponderou que nós viemos ao OWK por livre e espontânea vontade, seguindo nossa natureza submissa, mas nós não seríamos mais escravos dos nossos desejos, apenas da libido da Rainha e dos interesses do Reinado Matriarcal. Viveríamos para honrar a Soberana e a Sociedade Matriarcal. A nossa chegada fora o último ato de livre-arbítrio de nossas vidas. Nossa última decisão como homens livres. No entanto, Rainha Patrícia I nos havia escolhido usando a sagrada intuição feminina, coisa que nós homens, seres completamente inferiores, jamais poderemos compreender.
Rainha Patrícia I disse que se passássemos pelos demais testes adicionais poderíamos fixar residência permanentemente em OWK, abraçando um estilo de existência único, no entanto nunca mais poderíamos deixar o Reinado e nem tomar mais quaisquer decisões. Viveríamos unicamente para servir. Em caso de desistência a pena seria capital.
Segundo Rainha Patrícia I, ``As suas vidas em OWK serão simples, recompensadoras e produtivas, mas devereis abraçar o Princípio Básico profundamente (todas as mulheres são superiores aos homens em quaisquer situações), acatando resignadamente sua inferioridade intrínseca perante as mulheres a cada instante; O Principio Básico será o guia de vossas vidas inferiores, regendo todos os vossos atos e conseqüências, mas só seu amor por sua Soberana os manterá aqui. Se aceitos, vós nunca mais podereis ultrapassar as fronteiras do reinado, nem manter nenhuma forma de contato com o mundo exterior´´. Caso violássemos essas duas regras simples, seríamos banidos para sempre. Se não aceitássemos o Principio Básico verdadeiramente, seríamos extremamente infelizes e acabaríamos sendo punidos severamente por nossa tristeza e desleixo. Castigados inutilmente, sofreríamos sendo por fim expulsos do Reinado. Ouvimos, entendemos e concordamos inteiramente com nossa Soberana, beijamos as botas da nossa Rainha e nos despedimos. Já estávamos apaixonados por ela. Todos nós! Depois disso, nos retiramos um a um da Sala do Trono guiados pelas Guardiãs Reais. Na ante-sala do Trono Real fizemos uma fila, fomos surrados, nossas vendas e mordaças foram recolocadas.
A humildade, abnegação e submissão são as características mais procuradas e apreciadas nos escravos de OWK, mais até do que aparência física, obstinação, força ou resistência à dor. O segredo da permanência masculina em OWK havia sido desvendado para nós, a completa aceitação do Princípio Básico era a pedra fundamental da escravidão masculina na Sociedade Matriarcal. A chave da felicidade, a integração e a paz de espírito se fundem na paixão incondicional, submissa e verdadeira pelo ser feminino e no amor sincero pela Soberana Suprema.
Como escravos não teríamos direito ao sagrado descanso semanal, nem férias ou muito menos gozo. Não é permitido aos escravos procriar, possuir bens materiais, propriedades, proclamar virtudes de qualquer natureza ou se expressar sem autorização em OWK. Nós permaneceríamos castos, servis, humildes, submissos, obedecendo sem questionar todos os comandos e desejos femininos pelo resto de nossas existências.
Depois que deixamos a Sala do trono, as Guardas Reais nos levaram até um pátio interno do Palácio. Ficamos ajoelhados aguardando pelo início dos testes adicionais e treinamento. Novamente pedi para beber um gole de água. No entanto levei um tapa no rosto. Depois supliquei para ir ao banheiro, fui levado até um pelourinho e então recebi cinqüenta chibatadas por minha desobediência, mau exemplo e insistência. Todos os demais escravos foram liberados beber água no chafariz e para ir ao banheiro, exceto eu. Fiquei no pelourinho o resto da tarde. Estava apenas sendo disciplinado, mas temia ter sido reprovado. Por fim, implorei para ir ao banheiro novamente. Apanhei mais ainda. Fiquei por lá até que me urinei. Quando as Guardiãs perceberam, fui levado até uma sala onde fui humilhado, sodomizado e torturado por cinco Guardiãs durante parte da noite. Aprendi uma lição, descobri como me comportar em OKW e nunca mais esquecerei.
No dia seguinte, eu usei o pequeno orifício da minha cela para fazer minhas necessidades pessoais depois do desjejum, ração, restos, um pedaço de pão dormido, um gole de água, mingau azedo, cascas de batata e ossos de frango. A comida era repugnante, mas devo reconhecer perfeita para escravos. Eu comi tudo, pois estava faminto e não seria alimentado ao longo do dia. Mais tarde eu me juntei ao restante do novo grupo de candidatos que acabara de chegar, havia alemães, franceses, ingleses e americanos, mas nenhum outro brasileiro. Minhas unhas foram cortadas, meu sangue foi colhido para diversos exames, inclusive HIV, meu cabelo foi cortado bem curto e finalmente passei por uma bateria de testes físicos desgastantes.
Fiz teste de esforço na esteira, minha pressão sanguínea foi medida, fui obrigado a quebrar pesados blocos de pedra com uma picareta, corri ao redor do palácio carregando as Guardiãs Reais em meus ombros, empurrei pesados móveis pelas escadarias, enchi centenas de baldes de água no alto da fonte e despejei no fosso real, arrastei troncos de madeira pelos pátios e cortei uma montanha de lenha no início da noite. Antes de me recolher, fui atrelado a uma charrete carregada com legumes, cereais, leite e frutas e a puxei por mais de três quilômetros até quase desmaiar de sede, fome e exaustão.
Também me saí bem nas avaliações de aptidões específicas para tarefas domiciliares que participei na manhã seguinte. Todos os escravos foram preparados na véspera com um banho gelado, tivemos nossas cabeças totalmente raspadas e marcadas com batom vermelho. Passamos por uma sessão de depilação completa de todos os pelos abaixo do pescoço, inclusive os pelos pubianos foram retirados!
O dia foi bem cheio, participamos da maratona de cozinha, oficina de manicure, pedicure, corte de cabelo, tintura e massagem. No dia seguinte participei do workshop de jardinagem e agricultura. De noite ajudei na limpeza de banheiros, caixa de gordura e fossa. Devido minha excepcional atenção ao asseio dos banheiros femininos, fui elogiado e levei grau máximo.
No dia seguinte foi a vez dos testes comportamentais, subserviência e etiqueta. Passei o dia vestido de empregada inglesa. Nosso grau de adaptação e submissão foi mensurado atentamente pelas avaliadoras. Fui escolhido para participar da mini-oficina de shibari das visitantes japonesas. Fiquei com os braços, penas e barriga queimados pela exposição prolongada às cordas de seda e nylon.
Finalmente só restaram vinte escravos para preencher as cinco vagas. Cinco candidatos desistiram no início dos testes de resistência à dor. Eu não! Desmaiei, mas não desisti, passei bravamente pelos testes! Suportei tudo até o final resignadamente. Fui pendurado e mumificado com látex derretido. Os choques genitais foram terríveis, sem falar nas queimaduras com cera de vela derretida, beliscões e mordidas por todo o corpo. Enfrentei duas sessões de CBT, passei pelas máquinas de estiramento, donzela de ferro, enforcador, agulhas e palmatórias. Resisti aos palitinhos enfiados debaixo de minhas unhas e alargamento de uretra. A sessão de cócegas com penas de ganso e sessão de criogenia foram horríveis, quase me fez perder o fôlego. Passei por inúmeras surras de chicote e cinto ministradas pelas Guardiãs e por cruéis hóspedes convidadas para as sessões. Acabei chorando e desfaleci no final do teste de afogamento. Estava exausto, mas não perdi nenhum ponto por que apesar de desmaiar não usei o safe Word e nem implorei misericóridia.
As Guardas Reais ficaram impressionadas com minha atitude servil, coragem, disciplina e disposição para enfrentar corjosamente a dor e pedir mais e mais. Naquela altura acho que elas já estavam convencidas do meu espírito masoquista e submisso. No final dos testes somente dez homens foram selecionados para disputar as cinco vagas de escravo disponíveis. A decisão sobre quem ficaria em OWK e quem seria mandado embora seria da Rainha Patrícia I. No momento oportuno nós fomos levados à presença de Sua Majestade que decidiu ficar com todos nós. Na Sublime Cerimônia da Escravização cada escravo foi amarrado em uma cruz e informado da Real decisão. Todos ficamos felizes.
Rainha Patrícia I decidiu que cada um de nós deveria colocar um piercing genital para comemorar a data. Nós teríamos nossa glande perfurada como prova adicional de comprometimento, lealdade à Monarquia Matriarcal e glória à Soberana. Uma haste de ouro branco seria atravessada nas nossas glandes, adornando nosso sexo pelo resto de nossas vidas submissas.
Os candidatos aprovados em breve teriam que assinar uma procuração concedendo plenos poderes às representantes do OWK para vender todos os bens que eventualmente possuíssem nos seus respectivos países de origem. Todo o dinheiro arrecadado seria empregado na Fundação de Cultura Matriarcal de OWK.
Os candidatos a escravo tiveram sua última oportunidade de desistir da vida servil em OWK. Rainha Patrícia I perguntou se todos estavam absolutamente seguros de suas decisões. Era a última oportunidade de desistir. Dois candidatos aprovados tiveram uma crise nervosa e desistiram na última hora. Eles imploraram para serem libertados o mais rapidamente possível quando viram tamanho das agulhas que abririam caminho para os adornos penianos. Eles foram atendidos imediatamente. Apenas oito dos quatrocentos candidatos foram aceitos e escravizados. Em breve receberíamos nosso cinto de castidade de aço junto com o certificado de residência definitiva em OWK da Rainha Patrícia I.
Uma das cortesãs se aproximou de cada um dos nós e tatuou o brasão de OWK em nosso braço direito. Enquanto isso, outra mulher mais jovem se encarregava de fazer os furos para colocação dos piercings nas nossas glandes.
Quando a minha vez chegou, estava preparado. A picada foi lenta e dolorida, me levando às lágrimas. Agora era definitivo, para sempre, não havia mais retorno para mim, meu corpo pertencia à Rainha Patrícia I. Viveria o resto dos meus dias em OWK.
Rainha Patrícia I pessoalmente colocou o cinto de castidade ao redor da minha cintura, enfiou meu pênis no tubo e trancou meu ventre, entregando as chaves da minha libido para a Capitã da Guarda Real que jurou lealdade à Rainha Patrícia I até o fim dos seus dias. Depois disso, Rainha Patrícia I atravessou a haste de ouro branco na cabeça do meu pênis e soldou as tarraxas na extremidade com nitrato de prata e ácido. Fugas do cinto de castidade ficaram impossíveis. Ela repetiu o mesmo procedimento com cada um dos oito escravos e depois foi até a sacada discursar para os súditos, hospedes e escravos visitantes para então nos apresentar em uma grande baile real...
Foi uma cerimônia de batizado muito simples, solene, porém bonita e extremamente dolorosa. Os escravos mais bem colocados no processo de admissão ainda tiveram as línguas e mamilos perfurados e adornados por outros piercings. Rainha Patrícia I depois de nos apresentou à multidão, decretou três dias de festas.
Assim abandonei minha liberdade e me tornei escravo em OWK, comecei a aprender a conviver com a haste de ouro atravessada na minha glande, sofrendo com meu pênis preso dentro de um tubo de aço apontando constantemente para trás e para baixo, limitando minhas ereções e impedindo meus orgasmos. Viveria dentro de um cinto de castidade de metal apoiado na minha bacia, trancado no meu ventre, suficientemente apertado para me manter longe de ereções, orgasmos e pensamentos indignos de um escravo recém aceito.
Como se não bastasse, recebi um ínfimo tapa sexo de couro, algemas novas foram colocadas em meus pulsos, enormes cadeados fixaram as correntes, grilhões prenderam meus tornozelos, só a antiga coleira de ferro fundida com o brasão real foi mantida. Os adornos na minha língua e mamilos eram mais um requinte de crueldade das minhas cureis donas. Eu estava sem posses, coisificado, privado de vontades, distrações e desejos egoístas. Só podia servir e obedecer. Não havia mais retorno. Não havia alternativa, meu livre arbítrio acabara ali. Estava totalmente a mercê das vontades das mulheres de OWK.
Após a cerimônia de admissão, fui banhado com a urina das Mulheres e levado até minha nova casa, um pequeno cubículo próximo das celas dos escravos visitantes. Fui deixado lá por algumas horas para descansar. Assim começou o restante dos meus dias de escravo em OWK. Com a chegada do inverno, eu passei três meses sem sair de lá para me adaptar à disciplina da clausura e curar as incisões. Quase enlouqueci com o tédio, a falta de liberdade, o cinto de castidade apertando meu ventre, a insuportável ração diária com cebola crua meu prato mais detestável, a limitação de movimentos imposto pelas correntes atadas nas algemas, os pesados grilhões e a apertada coleira de ferro. Sem falar nos sermões diários sobre o Princípio Básico. Fui torturado quase todos os dias e forçado a passar por todo tipo de humilhação.
Sobrevivi um dia de cada vez. Durante o período de clausura, não fui depilado ou limpo. Estava nojento. Pedi para trabalhar na leitura de correspondência externa do Reinado e para ajudar no que fosse possível no desenvolvimento da Página Oficial de OWK na Internet. Trabalhava freneticamente, chegava a mais de dezesseis horas diárias, sem intervalo ou descanso. Tratava imagens, criava links, montava os filmes e respondia as mensagens que não paravam de chegar. O computador ficara instalado fora da minha cela, pois lá só havia espaço para mim. O teclado ficava no chão do lado de fora da cela. Eu trabalhava olhando o monitor através das grades, sempre calado e ajoelhado no chão. As dores nas costas eram insuportáveis. Quando eu solicitei um segundo computador para acelerar os trabalhos de desenvolvimento da página, fui prontamente atendido, assim podia classificar e responder as mensagens sem parar com o desenvolvimento ou tratamento de imagens. No entanto, quando solicitei uma mesa e uma cadeira, a Guardiã Real Plantonista deu gargalhadas e me bateu com uma palmatória vinte vezes nas minhas mãos para me punir pela minha pretensão. Minha ração foi suspensa por dois dias e divida pela metade durante um mês.
Quando o inverno acabou obtive um visto especial para deixar OWK e retornar ao Brasil com uma duas Guardiãs Reais e uma Embaixadora para concluir o processo de venda dos imóveis que estavam atrasados. Aqueles foram meus últimos momentos de contato com o mundo exterior. Confesso que detestei rever como os homens viviam de forma tão egoísta, alienados das necessidades femininas, livres e sem conhecer a Disciplina Matriarcal. Não sabia mais viver dessa forma. Pedi que minhas Guardiãs me poupassem o tanto quanto possível daquilo tudo, me mantendo permanentemente preso no hotem, dentro da mais rigorosa disciplina, mesmo estando longe do Reinado.
As Guardiãs disseram que não poderiam esperar outra atitude de mim. Elas atenderam prontamente meu requerimento e eu fiquei amordaçado, vendado e algemado com as mãos para trás durante minha estada no Brasil. As mulheres se hospedaram no melhor hotel da cidade, mas eu permaneci preso dentro do porta-malas do carro que alugamos. Só saia do meu ``casulo´´ quando era estritamente necessário nos tramites burocráticos. As algemas eram recolocadas e eu retornava imediatamente para a mala do carro quando o compromisso terminava. Fiquei feliz quando pegamos o avião para a República Tcheca, meus últimos vínculos com o Brasil haviam sido cortados.
De volta a OWK, só comecei a ter contato com as Hóspedes e Cidadãs residentes seis meses depois de terminar o treinamento básico de escravo. Comecei trabalhando ao ar livre, capinando, varrendo e arando a terra doze horas por dia. Só servia as mulheres residentes e me mantinha afastado das hóspedes. Com o passar do tempo fui mostrando meu valor e recebendo novas tarefas. Nas manhãs era atrelado nas charretes reais, conduzindo as damas da corte e a Soberana para passeios, de tarde ajudava na limpeza dos banheiros, cozinha, limpeza da fossa; De noite eu cortava lenha, transportava os víveres ou carregava água. Agora estou trabalhando no transporte das bagagens das hóspedes, fazendo massagem nos pés e sexo oral nas mulheres que acabam de chegar em OWK. Sempre ofereço minhas nádegas para as hóspedes me surrarem para aliviar o stress da viagem, deixando-as assim mais seguras, relaxadas e confortáveis.
Ano que vem talvez eu seja promovido novamente. Quem sabe passe a realizar outras atividades mais interessantes. Quem sabe esportes aquáticos, banheiro humano, mobília ou treinamento canino? Estou cada vez mais próximo das hóspedes e da Corte. A Soberana gosta de me ver quase todos os dias. Ela adora me sodomizar. O resultado da minha dedicação e esforço é visível. Vivo rigorosamente segundo a doutrina do Princípio Básico. Rainha Patrícia I gosta que eu a veja transando com as mulheres da corte para me provocar, antes de me sodomizar. As mulheres residentes em OWK podem fazer tudo que quiserem, inclusive deixar o reinado para transar com outros homens ou com seus escravos, nada é proibido para elas. No entanto, sexo convencional com os escravos é considerado algo repugnante. Uma espécie de prazer tolo, coisa de mulheres ignorantes...
As chaves dos nossos cintos de castidade ficam guardados no Cofre Real, sob a tutela da Capitã da Guarda, Mistress Nicole. Os cintos só podem ser abertos mediante solicitação prévia e aprovação da Soberana. As mulheres que mantém relações com os escravos são ridicularizadas, por que o sexo convencional com homens foi considerado uma distração tola, indigna e impura... A exceção acontece durante os festejos da semana de carnaval, onde alguns escravos são escolhidos para se vestirem de mulheres passarem a noite com as Guardiãs, Damas ou Cortesãs que se fantasiam de homens. Espero ser um dos escolhidos no ano que vêm. Se tiver sorte posso até me deitar com a Soberana. Desde que cheguei nunca tive meu cinto retirado, mas mensalmente sou ordenhado.
Durante a cerimônia mensal do Perdão Escravagista, que precede os sagrados rituais de purificação masculina, nós escravos temos que relatar detalhadamente ao Sagrado Conselho Feminino de Doutrina e Costumes tudo o que aconteceu conosco no mês anterior. O Sagrado Conselho foi constituído pela Soberana Patrícia I durante a época de colheita e segundo a vontade suprema de Sua Alteza, ao menos uma das conselheiras não pode ter ficado menstruada nos últimos quinze dias.
O Conselho atualmente é integrado pela Suma Sacerdote, pela Capitã da Guarda Real, pela Desembargadora e três suplentes. Humildemente ajoelhados sobre caroços de milho os escravos narram detalhadamente os últimos ocorridos, inclusive intimidades. Nós não nos atrevemos a mentir, pois a Suma Sacerdote com certeza saberia imediatamente através da sua aguçada intuição feminina. Logo, seríamos punidos exemplarmente como escravos mentirosos. A mentira é considerada alta traição em OKW. A punição para mentirosos é exemplar, começa com o fogo e culmina com o banimento para o chiqueiro dos capados ou rebaixamento ao mundo inferior dos imundos esgotos.
Todas nossas dúvidas, fraquezas, sonhos, sentimentos, atos profanos, erros, queixas devem ser relatados com detalhes. Tudo é registrado. A cada deslize de conduta, o comprimento da corrente que se prendem nas algemas ou nos grilhões é diminuído em um elo. Se os elos da corrente terminarem, o escravo fica preso diretamente no cadeado e é punido com suspensão do convívio feminino por quinze dias, vai para a solitária para pensar e se redimir. A punição fica registrada e armazenada cancelando futuras premiações que aumentariam o comprimento da corrente das algemas em um elo. Caso o Sagrado Conselho decida premiar um escravo por bom exemplo ou comportamento, o comprimento da corrente pode ser alargado em no máximo um elo por vez.
No inverno deverei retornar para a clausura continuando meus estudos do Princípio Básico. Poderei continuar colaborando no desenvolvimento da página de OWK se assim desejar minha Rainha. Masturbação é um tabu por aqui. Recentemente a masturbação masculina foi terminantemente proibida entre os escravos residentes e Hóspedes (a masturbação feminina é incentivada). Sexo entre visitantes e escravos é tema polêmico, também foi proibido recentemente para os escravos residentes, mas isso não significa que eu não possa ser sodomizado a qualquer momento por qualquer uma das cidadãs residentes ou hóspedes. Como disse, elas podem tudo!
Não sei como vou superar a falta de sexo que me atormenta desde o dia que chequei aqui. A privação de orgasmos é muito pior do que eu imaginava. É insuportável viver em um cinto de castidade de aço. Acho que devo ter em mente o Princípio Básico para sobreviver! Em breve completarei um ano por aqui, mal me lembro como era minha vida! Ainda restam vagas não preenchidas de escravos em OWK. Você se habilita?
Autor:Escravorado Casto

O Cinto de Castidade

Finalmente consegui, o que há tanto tempo queria, sem sucesso. Sodomizei minha querida esposa. Fui o primeiro homem a fazê-lo. Que maior prova de amor, ela que sempre se mostrara tão avessa à ideia de ser enrabada, minha adorada esposa me poderia dar?Na verdade, após a fantástica correcção conjugal, que ela me aplicara ferozmente nas nádegas, e que me valeu não me ter conseguido sentar direito nas duas semanas subsequentes, as coisas entre nós passaram a correr melhor. Eu tinha agora horários de entrada e saída, e para obviar que pudesse cair na tentação de voltar às putas, ao jogo e ao alcoól, minha querida esposa passara a ser a única administradora de nossa conta bancária. Em casa eu tratava de todas as lides domésticas, e para acentuar mais a minha condição de fêmea submissa daquela relação, não tardou que minha dominadora esposa me tivesse imposto o uso de roupa interior feminina, único traje que me era permitido usar em casa, sempre que estávamos sós, muito embora nunca mais me tivesse voltado a bater, com alguma mágoa minha. Eu comportava-me como um verdadeiro escravo seu, mas em contrapartida, que bons momentos ela não me proporcionava! Com excepção, até hoje, de sexo anal.Há dois ou três meses atrás, minha amada esposa, mandou-me despir da cintura para baixo, mediu-me o piçalho com uma fita de costureira, (17 centímetros), a largura do corpo (6 cms), anotou as medidas num papel. Não lhe perguntei nada pois não tenho o direito de a questionar, a seu tempo saberei quais as suas intenções, se tiver de as saber. E as intenções soube-as, umas duas semanas mais tarde, quando ao chegar a casa, no final do dia, ela me exibiu um cinto de castidade masculino, metálico, que só poderia ter mandado fazer propositadamente. Fiquei comovido com a oferta, eu que há pouco tempo atrás o que mais queria era correr atrás de um rabo de saia, e pôr os cornos àquela beleza que é minha deslumbrante esposa.- É o teu presente de aniversário, que irás usar sempre enquanto viveres comigo – determinou-me. E eu prometi-o, embora não tivesse que lhe prometer nada, mas apenas fazer o que ela me obrigava. Explicou-me então que aquele cinto de castidade inteiramente concebido por ela, e fabricado num ferreiro que com toda a certeza não percebera qual seria a sua finalidade, fora feito especificamente para mim, e tinha as medidas exactas de minha piça. Peguei nele com as mãos, e examinei-o com atenção. Era um cinto de castidade igual a todos os cintos feitos para serem usados por homens, dotado de uma fivela de aros, ajustáveis à dimensão da barriga do seu possuidor, igualmente metálica para segurar pela cintura, e uma espécie de tubo oco na ponta, onde meu pénis aprisionado ficaria a salvo de tentações, com um cadeado de chave na junção do cinto com tubo. Mas este na ponta, ligeiramente mais larga que a cabeça de minha piça, contrariamente a todos os cintos de castidade, era aberto, e na parte de dentro, apresentava-se coberto de curtíssimos esporões afiados. À vista desarmada compreendia que a cabeça de meu membro, caberia ali muito à justa.- Assim – dizia-me minha idolatrada esposa – mesmo que sejas aliciado, não poderás entregar-te a mulher alguma. Mas vamos vesti-lo para vermos como ficas.Baixei as calças e os boxers, ela apertou-me o cinto à volta da cintura, ajustando-me os aros até ele ficar bem seguro – estremeci ao sentir o contacto frio do metal na minha barriga – e cuidadosamente, para não me espetar a piça nos esporões afiados, introduziu meu órgão pendente, e já entesado pelo calor de sua mão, no tubo. Uma pequena parte da glande assomava pelo tubo oco da ponta, e eu percebi que ele fora deixado aberto para que não tivesse dificuldade em mijar, já que teria de o usar sempre. Os colhões ficavam-me de fora. Um cliq metálico, e meu orgão reprodutor que tanta mulher consolara, encontrava-se irremediavelmente prisioneiro, e a chave para o libertar implacavelmente guardada por minha divina esposa. A sensação foi tão boa, que minha verga resolveu mostrar o quanto se encontrava igualmente excitada com a situação. E cometeu um erro, fazendo o que sempre faz quando se excita: pôs-se de pé. Compreendi imediatamente porque razão o cinto dispunha de esporões. É que mal minha piça inchava de tesão, ocupava todo o espaço vazio no tubo, e espetava-se toda neles. Um berro de dor incontido, foi o que o meu tesão me fez soltar.- Compreendes agora, que só podes ter tesão quando estiveres comigo, e eu te tirar o cinto? Dessa maneira ficarei certa de que não haverá recaídas da tua parte. Desta vez, vou retirar-te o cinto, para te tratar, e depois volto a pôr-to. Mas todos os dias, quando voltares do trabalho, vou ver-te a pila. Se estiver sangrando das picadas, saberei que te entesaste, e aplico-te meia dúzia de vergastadas nela, pois nem sequer te admito sentires tesão por mais alguém que não eu. Entendeste bem? Se te portares bem, então prometo-te que me entregarei a ti como qualquer puta que conheceste. Aceitei como sempre, pois esse fora nosso trato quando ela me bateu pela primeira vez.Os primeiros dias foram algo incómodos por não estar habituado àquele acessório. Seu peso, sua frialdade colada ao meu corpo, a lentidão com que tinha de me mover para que seu chocalhar não me denunciasse, os aros apertando-me a pele, deixando-a marcada, provocando-me um ardor que me apetecia coçar, mas cujo prurido meus dedos não alcançavam, tudo isso me transtornava. Depois tive de comprar calças e cuecas mais largas, uma vez que o cinto ocupava algum volume, fazendo-me sobressair a zona genital como um vulgar exibicionista, e eu nem por sombras me atrevia a aparecer no trabalho naquela figura. E havia ainda a questão da mijadela. Embora pudesse mijar, e o fizesse, não me atrevia a fazê-lo no urinol, sem resguardo entre as bacias. Tive de passar a fazê-lo de porta fechada na sanita, sentado como as mulheres, o que deu azo a alguns comentários maledicentes. Mas o problema maior era meu tesão. Eu não tinha mais vontade de voltar a trair minha amantíssima esposa, mas minha pixota não tinha como se segurar perante o desfile de representantes do sexo feminino, que passavam por meus olhos durante o dia, na rua e no emprego, de decotes reduzidos e saias curtas. Moças bonitas, altas, bem feitas, pernas e quadris bem torneados, chamando a atenção para o seu corpo, e que para a pila de um homem com a sensualidade à flor da pele, como é o meu caso, são irresistíveis. Com efeitos funestos, naquele caso. Muitas vezes, nas primeiras semanas, cheguei a casa com a cabeça do piçalho toda picada, e minha severa e justa esposa era inflexível aplicando-me prontamente a punição com que fora advertido: meia dúzia de chibatadas com uma tira de cabedal no órgão prevaricador, já totalmente destapado, que eu por vezes segurava na ponta, outras o sustinha na palma da mão (quando lhe apetecia simultaneamente chibatar-me a mão, com ela), ou ainda pousado no tampo de uma cadeira, e o deixavam pisado. Aprendi contudo a controlar-me, e hoje uso o cinto de castidade de uma forma tão natural como qualquer outra peça de vestuário. A única altura do dia, em que minha amabilíssima esposa mo despe, é à noite quando examina meu pénis. E que grata alegria lhe vejo nos últimos tempos no rosto, ao constatar que ele não se interessou por nenhuma outra, mesmo quando ela está há vários dias sem se lhe entregar. Oh, benditos esporões afiados que me roubam todo o desejo de mulher que não seja Ela! Então ela dá-me banho, lavando-me mais detalhadamente a área genital, e deixa-me ter tesão à vontade embora sem consentir que me venha. Quando nos deitamos, se me deixa dormir sem o cinto, já sei que vai haver sexo. E quando isso acontece, é maravilhoso. E quando não acontecesse, é maravilhoso à mesma porque é essa a sua vontade.Até porque nessas alturas, ela dorme quase sempre nua, junta a mim, fazendo-me sentir todo seu calor. E com os joelhos, as coxas, as pernas, as mãos, acaricia meus tomates, procurando excitar-me o mais possível, para quando se resolver entregar-me, o momento da entrega seja sentido mais intensamente. No inicio levei muitas aguilhoadas, mas agora meu controle é de tal modo total, que só me enteso se minha fascinante esposa me tiver retirado previamente o cinto. E foi assim que me nasceu a ideia de lhe propor um desafio que lhe provasse definitivamente o quanto aquela sua prenda de aniversário me fizera abdicar de toda minha vontade própria, a fizera substituir pela Vontade dela. Propus-lhe que me deixasse arranjar-lhe um amante por uma hora, que se deixasse possuir por ele na minha frente, que nem assim minha piça se ergueria, pois ela não estaria dando-se a mim. Se o não conseguisse aceitaria que ela fizesse com ela o que muito bem entendesse.Minha estimada esposa duvidou que eu fosse capaz de manter o pau murcho, e eu igualmente sabia que seria uma prova difícil. Perguntou-me o que pedia em troca, no caso improvável segundo ela de vencer a prova, e eu disse-lhe não lhe pedir nada, apenas um castigo terrível se falhasse.Foi esta noite que tudo aconteceu. Um “gigolô” com anúncio no jornal disponível a receber casais, aceitou comer minha dilecta esposa no seu local de trabalho, a troco de 35 euros, enquanto eu, sentado no sofá, visualizava tudo, vestido apenas com meu cinto de castidade, incapaz de tocar sequer uma desconsolada punheta. Uma ou duas vezes, apenas, quando ele a colocou de gatas, e à cão lhe meteu o pau pela segunda vez, começando a socar-lhe a rata com mais força, minha piroca começou a demonstrar tesão, mas eu respirando fundo consegui controlá-la. Quando ela se veio, consolada, minha pixota não tinha tomado contacto com os dentes acerados dos esporões, como minha maravilhosa esposa comprovou mal chegamos a casa.- Sim, senhor! Estás de parabéns! – exultou ela, e a felicidade dela era a minha maior recompensa – Nunca esperei isto de ti. É agora a minha vez de te demonstrar o quanto vales para mim. Vou-te dar a parte do meu corpo que nunca dei, nem darei, a homem algum, e que tu há tanto tempo me andas pedindo – E virando-me as costas, levantou a saia, despiu sua calcinha de fio dental, cor de carne, exibindo-me lascivamente seu cu branquinho, redondinho, depilado como tudo nela, completamente fechado e virgem, como nada o era nela. Eu ia comer aquilo! Era demais. – Vá – incentivava-me ela – mostra-lhe o que é um homem. Faz-lhe a ele o mesmo que há bocado, o prostituto me fez na vagina!Comecei por lhe beijar as nádegas, e mais não conto. Não foi com essa intenção que resolvi abrir-me convosco. Apenas acrescento que quando a enrabei na posição de quatro, ela me pediu que a palmatoásse com as mãos, mas eu não atendi seu pedido. Afinal ela é minha Senhora, e eu seu escravo, não fica bem que o escravo levante as mãos contra sua Senhora. E depois, na minha família, como já lhes contei, a tortura do espancamento, é uma delícia reservada apenas aos elementos do sexo masculino. Quanto ao cinto de castidade, vou continuar a andar com ele. Já nem me imagino sem ele. Já não saberia viver sem ele.
Autor: Eugénio Sadoc

O Jogo da Castidade

Meu nome é Flávio, tenho 32 anos, vivo no Rio de Janeiro e, nos últimos tempos, tenho sido mantido em total regime de castidade por períodos ininterruptos de até 90 dias.Durante esses períodos, meu pênis, se é que eu posso dar a ele esse nome já que ele não tem o tamanho apropriado para tal, fica permanentemente confinado em um dispositivo de castidade metálico, cuja abertura é impedida por um cadeado. Assim, cativo, meu pênis fica a inteira disposição dos caprichos e desejos de minha esposa, Tânia. Ela, Dona do meu prazer, tem controlado meus orgasmos nos últimos dois anos.
Eu conheci Tânia através da Internet. Rapidamente, descobrimos interesses comuns, dividimos sonhos, compartilhando fetiches e fantasias. Uma boa parte dessas envolvendo Dominação Feminina, humilhação, traição consentida e controle do orgasmo masculino. O namoro levou ao casamento e este a situação de total submissão que me encontro. Eu espero que meu tesão possa ser aliviado hoje. Como em todos sábados é neste dia que eu tenho oportunidade de receber alguma recompensa, sempre definida através do jogo que Tânia criou: "O jogo da castidade".
Eu estava lavando pratos na cozinha quando ouvi a porta de entrada se abrir. Logo identifiquei a voz e o riso de Tânia e, também, a voz de outras mulheres. Tânia me chamou e, quando cheguei a sala, ela as apresentou para mim: - "Flá, estas são minhas amigas Sara e Cristina. Eu confidenciei a elas sua condição especial de marido submisso e casto." Imediatamente, corei de vergonha, embaraçado pelo fato delas saberem de minha situação.Vendo isso, Tânia procurou rapidamente desviar a atenção:- "Querido, nós vamos ficar conversando aqui na sala. Traga um pouco de vinho branco gelado para nós, sim?"Sem refletir, dirigi-me para a cozinha a fim de escapar daquela cena, não sem antes observar o sorriso ligeiramente sacana que o rosto de nossas convidadas estampava.Quando retornei com a bandeja e servi as taças a elas, Tânia disparou:- "Benzinho, depois de nos servir tire toda a sua roupa, tá?" Espantado, interpelei:- Ein? Você quer dizer aqui? ... Agora ?- "Sim, querido" - respondeu ela de modo irônico - "Ou você quer esperar mais sete dias para ter a chance de receber alguma recompensa?"Tânia ria de seu próprio sarcasmo enquanto eu retirava minha camisa, sob os olhares atentos de Cristina e Sara. Então ela prosseguiu:- "Sabe, Sara, você não imagina o que esses dispositivos de castidade podem fazer pelo seu casamento. Hoje o Flávio satisfaz-me oralmente quantas vezes eu desejar, várias vezes no mesmo dia, sem nada exigir em troca." - "É ... isso é que é marido!" - comentou Cristina. - "E tem mais, Cris, ele me faz sentir-me como uma verdadeira Deusa !"Eu desabotoei a calça, sentindo meu coração aos pulos. Logo minhas calças caíram e revelaram minha prisão de aço.- "Nossa, é incrível!" - observou Sara - "Mas o que acontece quando ele fica duro?"- "Essa é a melhor parte, Sara: ele não fica duro !" - respondeu Tânia.Agora eu estava completamente nu, exceto pelo dispositivo de castidade, um tubo de aço que recobria meu pênis flácido unido solidamente a uma argola que abraçava a parte posterior de meus testículos, deixando-os expostos. - "Posso tocar?" - perguntou Cris.- "Sim, claro, fique a vontade." - permitiu Tânia.Então, Cristina esticou o braço e cuidadosamente tocou o dispositivo de aço. Meu pênis pulsou dentro do tubo quando ela acariciou meu testículo esquerdo com as pontas de seus dedos. Em seguida, notando a inchada condição deles, suavemente experimentou-os com suas unhas.- "Nossa, Tânia, como as bolas dele são grandes, não ?" - "É mesmo, Cris, bem observado. Mas não se iluda. Não pense encontrar um pau bem grande e duro debaixo desse dispositivo de castidade só porque você está vendo umas bolas de bom tamanho." Meu rosto voltou a corar e eu abaixei a cabeça, envergonhado.- "Ei, não fique assim." - interveio Sara - "Como médica eu já vi uma infinidade de homens com pauzinhos diminutos. Sabe que eu até acho esses pauzinhos bonitinhos?"- "Bonitinhos mas ordinários!" - discordou Cris, rindo - "Para mim esses pauzinhos não servem para nada. Eu só me satisfaço com os de tamanho G".- "Eu também prefiro os de tamanho G." - completou Tânia - "Mas já que não temos nenhum desse tamanho por aqui, que tal irmos lá para o quarto começar nossa diversão?"
Quando eu entrei no quarto Tânia ordenou-me ficar de quatro sob a cama. Então, mostrando larga experiência, Tânia me imobilizou. Para isso fez uso de um par de algemas, um par de tornozeleiras de couro, um afastador de pernas e alguns metros de corda, atando firmemente meus pulsos e tornozelos a grossos parafusos previamente instalados para este fim na parte inferior da cama.Dando-se por satisfeita, perguntou as amigas: - "Então, quem quer ser a primeira?" - "Eu, eu !!" - prontificou-se Cristina, erguendo o braço no ar. - "Certo, Cris, então se prepare e assuma a posição."
Imobilizado na cama, com o rosto voltado para cabeceira, apenas pude observar com o canto de meus olhos Cristina desfazer-se de sua saia e de sua calcinha, ao mesmo tempo em que ouvia Tânia instruí-las.- "Bem, antes de começarmos, deixem-me avisá-las: eu tenho treinando muito o Flavinho e tenho certeza que ele está à altura de satisfazer as mais exigentes mulheres do Rio de Janeiro. Portanto, exijam um serviço bem feito !!"Estas palavras me deixaram ainda mais ansioso e desejoso de ter meu rosto esfregado pelo sexo daquelas garotas. Vendo minha excitação, Tânia advertiu-me:- "Flá, eu quero que você imagine que esteja lambendo a minha bucetinha. Quero que você faça exatamente o que faz comigo, ou seja, faça-as gozarem muito. E bem gostoso, entendeu?". - "Sim, querida..."- "Olha lá, hein?" - ameaçou Tânia - "Se você não der conta, eu vou castigá-lo de um jeito que você jamais vai se esquecer." Tão logo disse isso, senti uma peça de roupa envolver meus olhos, vendando-os. Em seguida percebi que alguém subiu na cama e posicionou-se junto a mim. Não fosse pela venda, poderia ver que Cris estava confortavelmente recostada em almofadas no espelho da cama. Suas coxas se encontravam relaxadas e eu, no meio delas, a poucos centímetros de seu sexo, já podia sentir os aromas indescritíveis de uma fêmea cheia de desejo.Cada músculo de meu corpo ansiava pelo comando de minha Senhora. Então Tânia disse as tão aguardadas palavras:- "Vamos, querido, chupe essa bucetinha !" Eu estiquei meu pescoço e abocanhei a delicada fonte daquele aroma inebriante. Uma corrente de calor percorreu meu corpo. Cheio de tesão, eu lambi, beijei, chupei e mordisquei aquela bucetinha maravilhosa, imaginando qual seria a sua aparência. Minha mente, absorvendo apenas as informações do tato, paladar e olfato, amplificava esses sinais, fazendo-me mergulhar em pensamentos fugazes, de extremo prazer.Cris alcançou o êxtase por duas vezes. Então, satisfeita, agradeceu e levantou-se.
Alguns minutos depois, antes que meus sentidos pudessem relaxar, eu senti alguém subir na cama e assumir a posição frente ao meu rosto.- "Pronto para o segundo round?" - perguntou Sara.Antes que pudesse esboçar alguma palavra, suas mãos mergulharam em meus cabelos, agarrando-os. Desta forma, conduziu e empurrou meus lábios na direção de seu clitóris faminto.- "Lambe, safado! Chupe minha bucetinha, vamos !" Eu voltei a lamber e chupar, provando seu precioso néctar. Sara estava realmente úmida de prazer e ordenou-me não parar de lamber até ela gozar, ou ela mandaria Tânia aplicar-me 50 golpes de chicote em cada nádega. Ela gemia e arfava. Seu corpo tremia de tesão. Eu aumentei o ritmo de meus movimentos e então ela explodiu em um ruidoso e indisfarçável orgasmo. Saciada, Sara elogiou a atuação e desejou-me sorte:- "Humnn, isso é que eu chamo de uma bela chupada! Espero que você e seu pauzinho recebam alguma recompensa hoje. Olhe, eu vou chamar a Tânia e pedirei para ela começar o jogo, assim nós todos podemos saber o que irá acontecer, ok?" Ofegante, confuso, imobilizado e vendado, eu apenas meneei a cabeça afirmativamente.
Alguns minutos depois, Sara, Cris e Tânia voltaram ao quarto onde eu estava imobilizado.- "Chegou o momento do Jogo da Castidade" - anunciou Tânia - "Mas antes de tudo vamos retirar aquela venda dos olhos dele, para ele não pensar que estamos trapaceando".Em seguida, com um par de dados de marfim nas mãos, Tânia explicou:- "Não tem nada de misterioso ou complicado neste jogo. A cada sábado eu jogo esse par de dados apenas uma vez. Daí eu faço a soma dos pontos obtidos em cada dado. O resultado dessa soma aplicado a uma tabelinha decide o destino do Flávio naquela semana."- "E como funciona essa tabelinha?" - perguntou Cris.- "É bem fácil, veja. Se o resultado da soma dos pontos dos dados for 2 ou 3, azar do Flávio, pois ele não terá o seu dispositivo de castidade removido e ainda será castigado com meu chicotinho até a sua bundinha ficar bem vermelha".- "Isso seria bem cruel, não?" - salientou Sara.- "Sem dúvida, mas as chances de isso ocorrerem são 1 em 10. Já se ele conseguir 4, 5 ou 6 pontos, a coisa melhora bocado: eu o imobilizo, removo o dispositivo de castidade dele e masturbo-o até ele chegar bem perto do orgasmo e então paro. Faço isso sucessivas vezes, durante cerca de uma hora. Depois desse tempo eu aplico uma bolsa de água gelada no sexo dele e recoloco o dispositivo de castidade".- "Putz, isso é pura sacanagem!" - afirmou Cristina, mal contendo o riso.- "Pois é, parece uma tortura, mas no fundo não é. Homens mantidos em castidade ficam tão desejosos por um contato íntimo que, mesmo um que não resulte em orgasmo, alivia muito a ansiedade, pode acreditar". - "E quais são as chances disso acontecer hoje, Tânia?" - "Sara, as chances da soma de pontos dos dados atingir 4, 5 ou 6 são bem maiores, tipo 1 em 3."- "Certo, e o que mais pode acontecer?" - perguntou Cris.- "Bem, se o resultado for 7, 8, 9 ou 10 ele, além de merecer ter o dispositivo de castidade removido, terá seu rabinho penetrado pelo meu vibrador especial ou por um dildo em forma de pênis que se prende a uma cinta que eu visto. Essa penetração visa estimular e massagear a próstata dele, até que ele possa expelir seus fluidos seminais e seu sêmen".- "Em outras palavras, ele goza, certo?" - resumiu Sara.- "Não" - explicou Tânia - "ele expele seus fluidos, sente um certo alívio, mas não sente prazer algum."- "Uau! Que demais. Espero poder ver isso!"- "Ah, Cris, isso é o mais provável de acontecer, as chances dele conseguir 7, 8, 9 ou 10 e ter sua próstata massageada são quase de 1 para 2."- "Pô, mas ele nunca goza?" - indagou Sara.- "Goza sim! Se o resultado somar 11 ou 12 pontos ele recebe uma lenta e caprichada masturbação até chegar ao prazer máximo. E, como sou boazinha, as chances disso acontecer são as mesmas chances dele receber o castigo do chicotinho, ou seja: 1 em 10." - "Legal, Tânia. Então me deixe ver: a cada semana ele tem 10% de chances de receber um castigo e ficar só na vontade. Tem 30% de chances de conseguir uma massagem provocante sem orgasmo. Tem 50% de chances de ser enrabado até sentir um alívio, mas sem orgasmo. E, por fim, tem 10% de chances de gozar bem gostoso." - "Isso mesmo, Sara, você entendeu direitinho. Assim, na média, ele tem um orgasmo completo a cada 10 semanas, ou 70 dias."- "O que, dependendo da sorte dele, deve dar uns 5 ou 6 orgasmos por ano, certo?"- "Exato! Você é mesmo rápida com números, querida. Mas, mesmo que tenha muito azar nos dados, eu nunca deixo ele ficar mais que 90 dias seguidos sem um orgasmo completo. Do contrário ele começa a ficar insolente e preguiçoso." Então Tânia perguntou às demais:- "Ei, já não está na hora de partirmos para a parte prática?"- "Demorou! Posso jogar os dados?" - indagou Cris.- "Claro que pode".
Cris jogou os dados sobre o colchão e eu os vi rolando, perto de meu rosto. Um deles indicava 5 e o outro 3. Oito! Respirei aliviado... - "Oito" - gritou Cris - "alguém vai ser enrabado...lá-lá-lá-lá-lá..." - cantarolou ela.- "Uau! Que ótimo! Assim eu vou poder conhecer o pauzinho do Flávio. Eu adoro brincar com bilauzinhos pequenos!" - completou Sara.
Ainda imobilizado, de quatro, com as nádegas mais altas que a cabeça, pude ver por entre minhas pernas Tânia aproximar-se com a chave, abrir o cadeado e remover o dispositivo de castidade. Após duas semanas aprisionado pelo tubo de aço, meu pênis sentia o frescor do ar. - "Nossa! Ele bem pequenino, né?" - apontou Cris fazendo cara de nojo - "E ele está todo enrugado...credo!"- "Que nada, Cris, deixa de ser boba, você não entende nada de pauzinhos. Para mim ele é uma gracinha, tá?" - corrigiu Sara.- "Deixem de discussão, meninas. Antes de tudo, precisamos lavar esse pauzinho".Munida de um paninho macio e uma bacia com água morna e sabão, Tânia esfregou e limpou todo o sexo de Flávio, inclusive a parte que fica sob o prepúcio.- "Pronto!" - exclamou a esposa, dando-se por satisfeita - "Agora ele está mais limpo e cheiroso que menino em dia de festa".- "É, mas o tamanho não mudou em nada..." - provocou Cris.Eu sentia um misto de vergonha e excitação mas, no fundo, eu estava adorando toda atenção que o meu diminuto pauzinho estava recebendo.- "Pessoal, olhem !" - Tânia alertou - "Vêem o pênis dele crescendo e ficando duro? Mas não toquem nele! Não toquem nele sob hipótese alguma! Algumas vezes o pênis de um homem mantido há dias sob castidade pode 'explodir' como uma bombinha de São João!" Meu pau aumentava de tamanho a cada segundo. A pele que o envolvia rapidamente se tornou esticada. Era uma sensação maravilhosa! Meu pênis estava livre do constrangedor dispositivo de castidade e meu tesão começava a assumir o controle de meu corpo.- "Por favor, Tânia, alivie-me..." - implorei - "Por favor, me tire desse sofrimento..."Agora eu sentia meu pênis totalmente ereto, pulsando ao sabor de espasmos involuntários. Percebendo isso, Cris colocou uma régua ao longo dele e leu exatamente 12cm.- "Doze centímetros é o meu número!" - riu Sara, enquanto registrava a cena com uma filmadora.
- "Ok, meninas, vejam como se faz!" - anunciou Tânia.A fim de não sujar a cama, uma bandeja limpa foi colocada exatamente debaixo de meu sexo.Em seguida ela apanhou um frasco de lubrificante e aplicou uma dose generosa em meu ânus. Depois calçou luvas de látex, aplicou mais lubrificante na luva e introduziu seu dedo médio no meu rabinho, distribuindo o lubrificante no interior dele e massageando-o.- "Sara, dê um close nisso" - solicitou Tânia - "Observe que cada vez que eu tiro e coloco meu dedo no ânus, o bilauzinho dele tem um ligeiro espasmo." E, divagando enquanto movia lentamente sua mão, continuou:- "Eu adoro provocar, excitar, e levar um homem quase a loucura de tanto tesão. Especialmente se ele tem um pauzinho pequeno e está a dias, semanas, sem nenhum tipo de alívio. Mas não se iludam, nem pensem em tocar o pênis de um homem nesse estado. É muito perigoso e pode colocar tudo a perder." Enquanto explicava e advertia, Tânia introduziu mais um e depois outro dedinho em meu orifício até que ele estivesse suficientemente alargado. Dando-se por satisfeita, Tânia removeu seus dedos e anunciou:- "Agora é a hora do Sr. Banana!"Em seguida ela apanhou o enorme vibrador curvo e amarelo, em formato de banana, e aplicou lubrificante em toda sua extensão. Mostrando o vibrador para ambas, explicou:- "Vejam, garotas, eu agora vou enfiar esse vibrador no rabinho dele, de modo que sua próstata e vesículas seminais sejam massageadas. Se isso for feito de maneira eficiente e correta, nós faremos ele ejacular sem sentir prazer algum."
Eu mal podia esperar a hora de ser penetrado por aquela enorme banana. Lentamente, no início, e depois aumentando o ritmo a cada estocada, eu sentia aquele vibrador invadindo e dilacerando meu ânus. - "Que tal sentir-se como uma putinha, Flá?" - perguntou a esposa - "Está gostoso, tá? Você gosta de levar no rabinho, não gosta?"Eu sequer conseguia articular uma frase e apenas balbuciei algumas palavras. Ela não se perturbou e continuou:- "Humnnn... É bom, né? Eu adoro comer um machinho. Adoro deixar o rabinho dele todo molhadinho... até o vibrador deslizar bem suavemente... entrando e saindo, como se fosse uma bucetinha".Tânia prosseguiu os movimentos por cerca de uns 5 minutos, deixando depois disso cada garota manusear o 'Sr. Banana' por igual período.Depois de 15 minutos de massagem contínua, eu estava gemendo e me contorcendo como uma cadela no cio. Atenta a isso, Tânia assumiu o controle e iniciou um movimento cadenciado e vigoroso. A cada estocada eu me imaginava alcançando um orgasmo pleno e intenso, que sempre me escapava. Nessa ilusão eu pedia e implorava a Tânia para que ela não parasse. Nesses momentos a experiência conta muito e minha esposa sabe exatamente como extrair de mim o máximo de fluidos com o mínimo prazer. Em dado momento Tânia cessou os movimentos e disse: - "Ok, querido, está feito!"Logo em seguida ela removeu de meu ânus o vibrador amarelo. De meu pênis ainda gotejava um líquido denso e esbranquiçado, que fluía na direção da bandeja, somando-se aos fluidos que já lá se encontravam. Depois disso, Tânia acariciou e apertou demoradamente meus testículos para, em seguida, pressionar meu pênis entre seus dedos, firmemente, desde a base até a glande, removendo os fluidos que dentro dele se encontravam.Feito isso ela mergulhou os dedos no fluido depositado na bandeja e, levando-os até meus lábios, fez-me lambê-los até ficarem limpos, repetindo esse ritual até que o conteúdo da bandeja fosse completamente consumido. Quando isso aconteceu, Tânia sorriu, satisfeita, para as garotas. Estas exultaram, abraçaram e parabenizaram Tânia pela 'performance' e despediram-se, ansiosas para voltarem e aprenderem novas técnicas.Quando retornou ao quarto, Tânia desamarrou-me e recolocou em mim o dispositivo de castidade. Alegre, ela beijou-me carinhosamente e disse:- "Ok, garoto, mais uma semana de pura castidade. Mas eu estou orgulhosa de você. Espero que na semana que vem você consiga os 11 ou 12 pontos que lhe darão direito a um orgasmo pleno."Mas, antes que eu ficasse vaidoso demais, ela reconduziu-me a minha condição servil:- "Mas, voltando ao que interessa, que tal você usar um pouco mais dessa sua técnica apurada e me chupar bem gostoso? Afinal, se tem alguém aqui que não gozou hoje, esse alguém sou eu !!"
Autor: Parker